quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Viena: onde comer?

E aí galera!

Hoje vamos fechar nossa série de posts sobre Viena! Mostramos pra vocês diversas atrações imperdíveis da cidade pela qual me apaixonei durante aqueles seis dias. Fiz meu curso, conheci muita coisa, fiz amigos, andei bastante... Mas é claro, também comi muito bem! Nesse post, vou indicar alguns dos lugares que fui (e até um que eu não fui e ficou pra próxima) e pude experimentar um pouco da culinária local.

Vamos comer?

Descobri que é muito comum em Viena que cervejarias locais abram seus restaurantes. Fomos em alguns deles também. Bom apetite!

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Figlmüller

A minha primeira busca de restaurante em Viena foi o Figlmüller, seguindo mais uma dica da Letícia, do Viva Viena. O objetivo era experimentar o prato mais típico da cidade: o Schnitzel. Basicamente é um bife de carne de porco à milanesa, mas me juraram que era diferente dos que comemos no Brasil. O Figlmüller é conhecido por servir o melhor Schnitzel da cidade e talvez por isso eu não tenha conseguido comer lá: estava lotado!! Sinal de que o prato realmente deve ser bom!

Figlmüller bombando!

Como a agenda estava apertada pra explorar a cidade, resolvi não perder tempo na fila e continuei minha busca pelo Schnitzel em outro lugar. Mas não poderia deixar de indicar pra vocês esse restaurante. Bom, pelo menos tenho (mais um) motivo pra voltar pra Viena.


Gutenberg

Depois da frustrada missão de comer no Figlmüller, me recomendaram o Gutenberg, que inclusive era bem pertinho dali. Esse sim foi o primeiro lugar onde parei pra comer em Viena. O restaurante tem sua área interna, mas fazia um tempo tão agradável que preferi a aconchegante varandinha, de frente pra uma pracinha com uma galeria.

Finalmente experimentei o Schnitzel! Bom demais!

Assim como a grande maioria dos lugares que comi, no Gutenberg há um cardápio em inglês, então consegui ler as opções numa boa. Mas ali não teve jeito: pedi o famoso Schnitzel (EUR13,90), com uma salada de batatas, que é o acompanhamento clássico desse prato. Olha, tive que concordar: parecia um comum bife a milanesa, mas tava bom demais! E um dos medos que eu tinha da Europa não se concretizou: sempre tive a sensação de que a comida era cara e vinha em pouca quantidade. Ledo engano. Super bem servido, mesmo pra quem come bem.


Krah Krah

Quando se pensa em cerveja na Europa, todo mundo pensa logo na Alemanha, né? Na Áustria, um país com tanta influência germânica, não poderia ser diferente. É super comum que restaurantes tenham sua própria cerveja, produzida lá mesmo. Um exemplo deles é o Krah Krah (sugestão da Letícia), que é um pub da marca de cerveja. Com o clima favorecendo, sentamos nas mesas do lado de fora. Particularmente sempre acho melhor, curto demais ficar vendo o movimento nas ruas.

Krah Krah. Foto: Bermuda Dreieck Wien.

Uma olhada no cardápio e fui de Krah-Schmankerl: um filé de peito de frango a milanesa com creme de ervas e salada. Bom, pelo menos tinha uma salada, né?? O prato saiu por EUR 9,20. Claro que uma cervejinha era mandatória no Krah Krah: tem de vários tipos. Experimentei uma Bräu, a caneca de 400mL saiu por EUR 3,20.

Mais comida saudável e mais cerveja!


Augustinerkeller

O Schnitzel já tinha sido ticado da minha lista, mas tinha uma outra comida típica que estava nos planos: o Eisbein, o tradicionalíssimo joelho de porco. Ok, não sou o cara mais saudável do mundo, mas quem está na chuva é pra se molhar, não é mesmo? É um prato tipicamente alemão, mas que obviamente também é muito consumido na Áustria e demais países de influência germânica. Atrás do Eisbein, decidi jantar no Augustinerkeller, o restaurante que fica no Museu Albertina (falamos dele na primeira parte do tour por Viena).

 O clima do Augustinerkeller.

O Augustinerkeller me lembrou muito aquelas antigas tavernas, com paredes em tijolos e pedras como se fosse uma caverna, mesas de madeira, mas sem deixar de ser um restaurante bonito e arrumado. Fui super bem atendido. Se o Eisbein (EUR 13,20) veio bem servido? Olha o tamanho da criança! Recomendo experimentar esse prato num almoço, por que o fiz em uma janta e dormir depois foi um desafio hehehe... Bom demais! Pra acompanhar, uma porção do também tradicional chucrute alemão. Ah sim, uma Franziskaner sempre cai bem com qualquer coisa.

Olhem que lindo! Só para os fortes!


Café Central

O que dizer do Café Central? Aberto em 1876, é um dos estabelecimentos mais antigos de Viena. Alguns caras bem famosos tomavam seu café por lá, Sigmund Freud, por exemplo. Pra quem é do Rio, lembra um pouco a Confeitaria Colombo, ou ainda o Café Tortoni de Buenos Aires: muito luxo, um ar de passado e doces deliciosos!

 O Café Central vale uma visitinha, nem que seja só pelas fotos!

Mas talvez o mais curioso de lá seja o fato do Café Central abrigar uma escola de confeiteiros em sua cozinha, que possui paredes de vidro, que permite os clientes a verem como são feitas as guloseimas. Muito legal!


1516 The Brewing Company

Lembram do que falei do Krah Krah? Pois é, o 1516 é mais um pub de uma cervejaria local. Não sei se pelo horário, achei mais movimentado, com uma galera mais jovem. São dois andares, fora a varanda, que desta vez estava lotada de gente. O 1516 fica pertinho da Kärntner Strasse, uma boa opção pra quem está pela região.

O 1516, mais um pub de cervejaria austríaca!

Pedi uma carne no molho madeira, estava muito bom e em conta (EUR 10,20), claro, com uma lager da casa (EUR 3,30 a caneca de 400 mL). Ah, inclusive é o prato que mostro na primeira foto do post! Por se tratar de um pub, o forte mesmo são os petiscos pra se comer com cerveja, era o que a maioria das pessoas lá estava pedindo.

Um pouco do clima da casa...


Rosenberger Marktrestaurant

Final de viagem, grana mais curta... Depois de tantos restaurantes bacanas (e obviamente um pouco mais caros), bebendo cerveja, era hora de fazer uma refeição mais básica e mais amigável aos meus poucos euros remanescentes. Uma boa opção é o Rosenberger.

O Rosenberger já é uma opção mais em conta.

O Rosenberger, no primeiro andar, é uma loja de conveniências, também uma opção pra comprar aquela última lembrancinha da viagem. Pegando o elevador, chega-se no restaurante, que fica no segundo andar. Lá, há algumas opções bem em conta de pratos prontos, mas o forte mesmo é o self service, com diversas opções.

No post sobre a Kärntner Strasse, ainda citamos algumas opções por lá, como o Gerstner Beletage e o Nordsee. Bom, opções não faltam por lá! Abaixo, segue o mapa com a localização dos restaurantes mencionados no post.



E com esse delicioso post terminamos a série sobre Viena! Foi uma semana bem corrida, com pouco tempo pra curtir uma das mais belas cidades europeias, mas ainda sim deu pra conhecer bastante coisa. Espero que tenham gostado dos posts. Relembrando:
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Partiu!