segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Montevidéu: Por que não?

E aí galera!

Quando Grazi e eu resolvemos fazer as malas e atravessar as fronteiras brasileiras pela primeira vez juntos, o destino que veio na nossa cabeça foi justamente aquele que tem se tornado um dos favoritos dos brasileiros: Buenos Aires é perto, tem vôos baratos por várias companhias nacionais e é uma viagem internacional bem barata em comparação com destinos em outros continentes. Tentamos por duas vezes visitar a capital argentina, mas o destino (não a cidade, o acaso mesmo) por duas vezes acabou adiando nossa ida pra lá (em uma delas acabamos visitando Cancun – e amamos!). E foi o mesmo destino que nos fará, daqui a poucas semanas, visitar mais uma capital platina, mas do vizinho Uruguai: estamos de malas prontas pra Montevidéu!

Palácio Legislativo, um dos pontos turísticos de Montevidéu. (Fonte: launchphotography.com)

A opção pela cidade foi um acaso. O excelente blog de viagens Cola em Mim fez uma promoção oferecendo duas diárias em qualquer unidade do conhecido hostel Che Lagarto e acabamos ganhando. Essa será nossa primeira experiência em hostels, então esperem posts engraçados quando voltarmos hehehe... Então, tivemos de escolher uma cidade em que um final de semana (ida numa sexta e volta num domingo) fosse o suficiente para conhecê-la.  Lemos e ouvimos vários relatos de pessoas que viajam para Punta del Este e Montevidéu e concluímos que a capital uruguaia seria um bom destino e que, se deixássemos de ver alguma coisa, seria pouca coisa que provavelmente não nos obrigaria a voltar lá. Algum tempo depois, na preparação do roteiro, notamos que tem muita coisa pra se ver em Montevidéu e que teremos um final de semana bem corrido! A notícia boa é que o Che Lagarto de Montevidéu é extremamente bem localizado (na Plaza Independencia, uma das principais da cidade).

Che Lagarto de Montevidéu fica bem próxima de diversos pontos! (Fonte: travelpod.com)

Restava então providenciar o aéreo. Muitos conhecidos meus viajaram para lá de Pluna, empresa aérea uruguaia que tinha vôos para o Brasil, mas a empresa aérea decretou falência e não existe mais (rolou até um episódio onde brasileirosficaram presos no país), o que limitou muito os horários de vôos pra Montevidéu. Hoje, basicamente GOL, TAM, LAN e Aerolíneas Argentinas fazem o trajeto partindo do Rio, mas quase sempre com uma longa conexão de 4 a 5 horas em Congonhas. A TAM é a única com vôo direto, o que joga o preço das passagens lá pra cima. Nossa opção foi pela GOL, com a maldita conexão, mas pagamos um preço muito mais em conta – apesar de prejudicar nossa sexta-feira na cidade, já que chegaremos no início da tarde.

Estádio Centenário: a casa do Museu do Futebol local. (Fonte: lancenet.com.br)

A questão dos documentos é muito tranqüila: assim como na Argentina, o Uruguai é membro do MERCOSUL e, dessa forma, apenas o documento de identidade é suficiente para entrar no país, sem necessidade de visto. Já sobre o dinheiro, a moeda nacional é o peso uruguaio. Para efeito de comparação, R$1,00 equivale a aproximadamente $U9,5. Pelo que andei lendo, o pessoal recomenda fazer o câmbio no próprio Aeroporto de Carrasco, o principal de Montevidéu, ou em casas de câmbio na cidade. Também me aconselharam levar dólares. Cartões de crédito Visa e MasterCard são plenamente aceitos na capital uruguaia, mas lembrando-se sempre das taxas que incidem na fatura mais tarde. Bom, a questão das compras, só poderemos opinar quando voltarmos, mas nos adiantaram que pouca coisa vale à pena. Veremos!

As ramblas de Montevidéu: assim se chama a orla na cidade. (Fonte: http://pensologomedivirto.blogspot.com.br)

Ainda teremos um post antes da nossa viagem com o roteiro que preparamos para esse final de semana em Montevidéu. Então, depois da viagem, começa a série de posts com nossas impressões sobre cada destino na capital do Uruguai!

Partiu!