segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Morro de São Paulo: 2º DIA

E aí galera!

Nosso último dia de Morro de São Paulo começou bem cedo. Saímos do hotel com os ingressos da tirolesa (o preço é de R$25 para um salto, mas por R$35 você consegue o passe que vale para o dia inteiro) em mãos direto pro Farol da vila. Não vou enganar vocês, tem que ter disposição! Uma caminhada de 20 minutos numa ladeira com escadas pouco amigável e com o atenuante do calor foi um pouco desgastante. Mas vale a pena: pouco antes do ponto da tirolesa, há um belo mirante de frente pro continente, além do próprio farol (quando fomos, ele estava fechado).

Ao chegar na tirolesa, a gente ficou um pouco preocupado (leia-se “nos borrando de medo”) não só pela altura do salto, mas pela cara do deck: uma armação de madeira com os cabos presos não era exatamente o que queríamos pra nossa segurança. Mais uma vez nos enganamos: tudo é feito com muito cuidado, tudo é explicado e você se sente muito a vontade pra pular. Colocamos todos os nossos pertences em uma bolsa da Grazi, que desceria por uma outra tirolesa até a praia. O salto é MUITO GOSTOSO, a vista de toda Primeira Praia, da mata e da Baía de Todos os Santos é coisa de maluco. O mergulho na água é tranqüilo (só tomem cuidado de amarrarem bem o calção hehehe). Valeu cada gota de suor da subida e cada centavo do ingresso. Saímos da água, pegamos nossas coisas e partimos para a Terceira Praia, que não pudemos conhecer no primeiro dia por causa da maré alta.




Na Terceira Praia, aproveitamos o calor pra dar um mergulho. Até por que ela é um pouco mais longa e a caminhada pra Quarta Praia era um pouco maior. Na Quarta Praia, logo na chegada, há um enorme banco de areia com várias pedras, um convite pros peixes aparecerem. Tiramos várias fotos. Cuidado onde forem pisar, as pedras são bem escorregadias e caminhar por elas com a máquina fotográfica na mão pode ser uma aventura! Pra quem tem aquelas sapatilhas de borracha, aconselhamos. Ao longo da orla existem vários restaurantes e bares; fica a critério de vocês escolherem onde comer. Resolvemos almoçar num restaurante muito agradável chamado Pimenta Rosa. Comemos super-bem lá, recomendadíssimo! Tem de tudo: desde os já famosos frutos-do-mar com aquele tempero baiano, massas, risotos até o tradicional bife com arroz e fritas. Tudo isso de frente pro mar. O restaurante disponibiliza algumas redes e bangalôs pra aquela dormidinha pós-almoço.


Depois do almoço, já nos encaminhamos para o hotel, para arrumar as coisas e voltar para Salvador no Catamarã, o mesmo que usamos para chegar na ilha. Mas a viagem não seria muito tranqüila. Lembram-se que, pela tarde, a maré sobe e fica bem mais agitada? Pois é. Isso tornou a viagem de volta, além de meia hora mais longa, bem mais enjoativa com o sacolejar da embarcação. Até quem não costuma enjoar acaba sentindo o mal estar. Recomendo fortemente um Dramin ou algum genérico antes da viagem e evitar comer muito antes da viagem. A Grazi conseguiu dormir e eu me distraí assistindo ao futebol na TV do catamarã. Finalmente em Salvador, o alívio de não ter passado mal e o transfer de volta pra casa.

Foram apenas dois dias de passeio, mais para conhecer Morro de São Paulo do que pra aproveitar com calma a ilha e relaxar. Mas é, sem dúvidas, um destino que não pensaríamos duas vezes pra voltar lá. A sensação de estar numa ilha com tanta beleza e aquele clima de vila faz qualquer workaholic esquecer a agenda e os relatórios e descansar. Há muito por lá que não conhecemos, e que vale a pena conhecer.

Então é isso pessoal! Nosso próximo destino será bem diferente! Saímos da quente e praiana Bahia para a montanhosa e gelada Campos do Jordão! Em breve estaremos com as dicas da mais alemã cidade do estado de São Paulo!

Partiu!