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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Morro de São Paulo: o que NÃO fizemos!

E aí galera!

Agora vamos falar dos passeios que não tivemos a oportunidade de fazer em nossa estadia relâmpago em Morro de São Paulo, mas que sugerimos pra todos que tiverem mais tempo por lá fazerem!! São dois passeios imperdíveis, mas que requerem um dia inteiro cada um. Vamos lá!

- Ilha de Boipeba:

Boipeba é uma ilha bem rústica, com praias paradisíacas de águas claras, areias brancas e vastos coqueirais. É uma verdadeira vila de pescadores. Ilha simples, mas linda. Por iniciativa dos próprios nativos e forasteiros que lá aportaram, foi transformada em Área de Proteção Ambiental, garantindo cenários desertos dia e noite, o ano inteiro. O passeio pode ser comprado em Salvador ou mesmo em Morro de São Paulo, em pequenas agências espalhadas pela vila – lembro de algumas na Primeira Praia, inclusive foi onde compramos os vales para a tirolesa.


Se estiver com tempo, vale à pena ficar uns dias na Ilha de Boipeba. A Pousada das Mangabeiras foi muito bem recomendada. Pra quem vai em família, recomendamos visitar o Eco Lodge, uma pousada construída com o intuito de você esquecer da vida: piscinas naturais, bangalôs, enfim, tudo que qualquer workaholic poderia querer. Mas o que a maioria dos turistas fazem, é apenas um passeio de Morro de São Paulo à Ilha de Boipeba, no qual é um passeio de barco que leva às piscinas naturais do local. Geralmente esses passeios se baseiam no seguinte roteiro:

Com saída da 3ª Praia de Morro de São Paulo, visita as Piscinas Naturais de Garapuá e as de Moreré, em Boipeba. Assim, o mergulho é feito apara apreciar a linda vida marinha. É claro que depende de como estiver a maré. Em seguida, a lancha atraca em Boipeba/Praias de Cueira, Tassimirim e Boca da Barra (com parada para almoço). Há também a visita em Cairu, no Convento de Santo Antonio. A chegada em Morro de São Paulo é por volta das 5 da tarde.

- Caminhada à Gamboa com passeio de barco até a Ponta do Curral:

Pra quem está disposto a caminhadas, esse é o passeio. Uma trilha de 45 minutos leva à rústica praia da Gamboa, frequentada por pescadores. No caminho, todo enfeitado pelas bromélias características da região, uma parada na Fonte do Céu para um banho refrescante. Ainda é possível curtir um banho de argila – dizem ser bom para a pele! Ainda na Gamboa, recomenda-se o restaurante Café Del Mar, com muitos frutos do mar!


Da Gamboa, parte barcos para a Ponta do Curral, uma praia extensa e completamente deserta. Não se esqueça de levar bastante água para tomar e se refrescar no caminho. Vale muito a pena o passeio até a Ponta do Curral. Esses passeios podem ser comprados nas agências em Morro de São Paulo que estão espalhadas por toda a parte. Só fiquem atentos quanto a qualidade de serviço e tamanho da lancha.

Esperamos ter ajudado os viajantes que nunca foram para Morro – ou até os que já foram e querem voltar. Não os culpamos: Morro de São Paulo é maravilhoso e sem dúvidas voltaríamos pra lá sem pensar duas vezes! Agora sairemos do calor baiano para o friozinho europeu de Campos do Jordão (SP)! Continuem acompanhando nosso blog para não perderem mais essa viagem!

Partiu!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Morro de São Paulo: 2º DIA

E aí galera!

Nosso último dia de Morro de São Paulo começou bem cedo. Saímos do hotel com os ingressos da tirolesa (o preço é de R$25 para um salto, mas por R$35 você consegue o passe que vale para o dia inteiro) em mãos direto pro Farol da vila. Não vou enganar vocês, tem que ter disposição! Uma caminhada de 20 minutos numa ladeira com escadas pouco amigável e com o atenuante do calor foi um pouco desgastante. Mas vale a pena: pouco antes do ponto da tirolesa, há um belo mirante de frente pro continente, além do próprio farol (quando fomos, ele estava fechado).

Ao chegar na tirolesa, a gente ficou um pouco preocupado (leia-se “nos borrando de medo”) não só pela altura do salto, mas pela cara do deck: uma armação de madeira com os cabos presos não era exatamente o que queríamos pra nossa segurança. Mais uma vez nos enganamos: tudo é feito com muito cuidado, tudo é explicado e você se sente muito a vontade pra pular. Colocamos todos os nossos pertences em uma bolsa da Grazi, que desceria por uma outra tirolesa até a praia. O salto é MUITO GOSTOSO, a vista de toda Primeira Praia, da mata e da Baía de Todos os Santos é coisa de maluco. O mergulho na água é tranqüilo (só tomem cuidado de amarrarem bem o calção hehehe). Valeu cada gota de suor da subida e cada centavo do ingresso. Saímos da água, pegamos nossas coisas e partimos para a Terceira Praia, que não pudemos conhecer no primeiro dia por causa da maré alta.




Na Terceira Praia, aproveitamos o calor pra dar um mergulho. Até por que ela é um pouco mais longa e a caminhada pra Quarta Praia era um pouco maior. Na Quarta Praia, logo na chegada, há um enorme banco de areia com várias pedras, um convite pros peixes aparecerem. Tiramos várias fotos. Cuidado onde forem pisar, as pedras são bem escorregadias e caminhar por elas com a máquina fotográfica na mão pode ser uma aventura! Pra quem tem aquelas sapatilhas de borracha, aconselhamos. Ao longo da orla existem vários restaurantes e bares; fica a critério de vocês escolherem onde comer. Resolvemos almoçar num restaurante muito agradável chamado Pimenta Rosa. Comemos super-bem lá, recomendadíssimo! Tem de tudo: desde os já famosos frutos-do-mar com aquele tempero baiano, massas, risotos até o tradicional bife com arroz e fritas. Tudo isso de frente pro mar. O restaurante disponibiliza algumas redes e bangalôs pra aquela dormidinha pós-almoço.


Depois do almoço, já nos encaminhamos para o hotel, para arrumar as coisas e voltar para Salvador no Catamarã, o mesmo que usamos para chegar na ilha. Mas a viagem não seria muito tranqüila. Lembram-se que, pela tarde, a maré sobe e fica bem mais agitada? Pois é. Isso tornou a viagem de volta, além de meia hora mais longa, bem mais enjoativa com o sacolejar da embarcação. Até quem não costuma enjoar acaba sentindo o mal estar. Recomendo fortemente um Dramin ou algum genérico antes da viagem e evitar comer muito antes da viagem. A Grazi conseguiu dormir e eu me distraí assistindo ao futebol na TV do catamarã. Finalmente em Salvador, o alívio de não ter passado mal e o transfer de volta pra casa.

Foram apenas dois dias de passeio, mais para conhecer Morro de São Paulo do que pra aproveitar com calma a ilha e relaxar. Mas é, sem dúvidas, um destino que não pensaríamos duas vezes pra voltar lá. A sensação de estar numa ilha com tanta beleza e aquele clima de vila faz qualquer workaholic esquecer a agenda e os relatórios e descansar. Há muito por lá que não conhecemos, e que vale a pena conhecer.

Então é isso pessoal! Nosso próximo destino será bem diferente! Saímos da quente e praiana Bahia para a montanhosa e gelada Campos do Jordão! Em breve estaremos com as dicas da mais alemã cidade do estado de São Paulo!

Partiu!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Morro de São Paulo: 1º DIA

E aí galera!

Vamos começar a comentar sobre o que vimos na nossa pequena viagem de 2 dias por Morro de São Paulo! A viagem começou num sábado de manhã. Na época em que visitamos o local, eu estava morando em Salvador, então não precisamos nos preocupar com o aéreo. Mas se não for seu caso, acesse a ferramenta do Mundi na barra direita do blog e faça sua busca de vôos e hotéis. Sempre com preços muito bons!

Na sexta pela manhã, chegamos no Porto de Salvador, coladinho no Mercado Modelo e em frente ao Elevador Lacerda, dois cartões postais da cidade. Como era uma viagem curta, fomos com duas mochilas e uma bolsa de mão, ou seja, apenas o suficiente pra estadia.

Compramos as passagens de Catamarã da ida e da volta. A viagem de ida foi bem tranqüila: mar calmo, muito sol, vista da Baía de Todos os Santos, enfim, nada mal. Ao chegarmos na ilha de Tinharé, já em Morro de São Paulo, conforme informamos no post passado, fomos atacados pelos carregadores de malas. A presença deles se justifica pela íngreme ladeira que leva do cais ao portal da vila. Como levamos pouca coisa, fomos carregando, mas muita gente acaba topando (e pagando) a ajuda. Mas não esqueça de pechinchar. Lá no alto, a já informada taxa de turismo é cobrada. Pronto, estamos livres para explorar a vila!

Logo na chegada, avistamos a Praça Nossa Senhora da Luz, com a igreja de mesmo nome. Por ali, fica o centrinho de Morro de São Paulo. Fora a igrejinha, há um pequeno comércio e restaurantes na praça, que falaremos mais a frente. Andando mais um pouquinho, chegamos no hotel que ficamos: a Pousada Farol do Morro. Recomendaram-nos essa pousada e digo: excelente!! Como diz o nome, ela fica na 1ª praia, e se localiza numa subida, ou seja, os quartos ficam lá no alto. Escadas? Pra que? Há um simpático bondinho dentro da Pousada, que te leva da recepção até a piscina com vista panorâmica da Primeira Praia e para os quartos. Muito bacana. Deixamos as coisas lá e fomos pra Primeira Praia. Lá, almoçamos no restaurante Sambass. Como não podia deixar de ser, enchemos a pança com muito camarão da melhor qualidade, com aquele tempero baiano tradicional... De lá, fomos até a Segunda Praia dar um mergulho.

No caminho para a Terceira Praia... Ops! A água invadiu a areia e a calçada!! É pessoal, do meio pro final da tarde, a maré sobe e praticamente impede a passagem pelo litoral de uma praia para a outra. Um morador nos avisou que todo dia isso acontece e é normal. Decidimos deixar pra conhecer a Terceira e Quarta Praias no dia seguinte e voltamos pro hotel para descansar, curtir a piscina e os excelentes drinks do bar que tem lá, além de curtir uma redinha típica da Bahia, pra sairmos de noite. No caminho, compramos tickets para a conhecida Tirolesa do Morro de São Paulo, aonde iríamos também no dia seguinte. Mais detalhes da Tirolesa no próximo post.

De noite, jantamos no restaurante Café das Artes. Clima muito legal, diria até chique, e comida muito gostosa. Comemos na varandinha do restaurante, de frente pra praça, vendo o movimento e curtindo a brisa gostosa que rola na Bahia: nem muito quente e nem muito gelada. Recomendadíssimo!! Há também alguns restaurantes no caminho pra Praça, inclusive um argentino que foi muito bem recomendado pra gente, mas acabamos não indo. Do Café das Artes, voltamos pro nosso hotel e fomos pro quarto (de bondinho, claro) pra descansar por que o dia seguinte – e último do passeio – seria corrido: Farol do Morro de São Paulo, Tirolesa, Terceira e Quarta Praias!

Partiu!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Próximo Destino: Morro de São Paulo!

E aí galera!

E finalmente temos um vencedor pra nossa enquete: nosso próximo check-in será em Morro de São Paulo (BA)!! Com 33% dos votos contra 26% de Campos do Jordão (SP) – que será o próximo destino após a ilha baiana – vamos mostrar o que vimos por lá e algumas dicas pra vocês aproveitarem esse belíssimo destino da Bahia! Foram apenas 3 dias por lá, mas suficientes pra valer muito a pena! Então vamos lá, para as informações mais básicas!

Morro de São Paulo é uma vila localizada no município baiano de Cairu, situado na ilha de Tinharé, na Baía de Todos os Santos, a 2 horas de Salvador (por via marítima). A pequena vila possui quatro lindas praias, denominadas pela ordem em que aparecem desde a chegada na ilha pelo pequeno cais: Primeira, Segunda, Terceira e Quarta Praia. A vila, apesar de possuir lindos hotéis e restaurantes, quase não tem ruas asfaltadas e é praticamente nulo o trânsito de carros por lá, o que dá um aspecto de “ilha deserta” muito legal, que relaxa qualquer turista estressado. O mar é calmo, águas quentes e transparentes, e rolam algumas atividades aquáticas como banana-boat e coisas do gênero.

Existem diferentes maneiras de chegar lá. A primeira, a mais usual e a que fizemos, é partir do Porto de Salvador, do ladinho do Mercado Modelo, pegar a catamarã diretamente para a vila. A viagem dura aproximadamente duas horas. E lá vai a primeira dica: se for viajar pela manhã, a viagem é muito light, com o mar bem calminho... Se for no final da tarde, a maré sobe e o mar sacode um bocado. Pra quem enjoa fácil, um Dramin e evitar de comer pouco antes da viagem ajudam. A viagem custa em torno de R$75 por perna e a empresa que fomos foi a Catamarã Biotur. A segunda maneira é ir de carro. No Porto de Salvador, você pega o Ferry-Boat (embarcação que leva carros) até o município de Itaparica e, de lá, ir pela estrada até Valença, que é a cidade no continente mais próxima de Morro de São Paulo. De lá, partem vários barcos e lanchas para Morro, por preços bem menos salgados (entre R$6 e R$7). Ou se você tiver mais bala na agulha, é possível pegar um táxi-aéreo direto do Aeroporto de Salvador até Morro. Dura 20 minutos e os preços variam. Vale uma pesquisa pra quem interessar: Addey Táxi Aéreo ou Aerostar Táxi Aéreo. Conheço pessoas que foram e adoraram.

Outra curiosidade: ao chegar em Morro de São Paulo, você será obrigado a pagar a chamada “taxa de turismo”, no valor de R$10. Por ser uma vila que praticamente não gera receita, já que os hotéis e as casas são quase todas particulares, é uma maneira da região se sustentar. Sem problemas, as maravilhas de lá valem muito mais do que as dez pratas. Depois de pagar, você será atacado por vários carregadores de mala (até por que a entrada da vila é uma ladeira MUITO íngreme). Ou seja, são moradores locais que carregam as malas até os hotéis através de um carrinho de mão. Negocie o preço antes de dar a mala, senão a facada é certa! Se o hotel não for muito longe (até a 2ª praia), dá pra você mesmo arrastar sua mala. Caso contrário, até vale a pena pagar.

Para você ter uma noção geral de Morro de São Paulo, aí está um mapa da ilha:






Mais informações importantes: não há bancos em Morro (apenas caixas eletrônicos do Banco do Brasil, Bradesco e uma lotérica; a maioria dos restaurantes, lojas e hotéis da vila aceitam cartão de crédito, mas pra quem quiser comprar artesanatos, é sempre bom ter um dinheiro na mão. A voltagem é 220 v. Mais informações, acessem o site oficial da vila.

No próximo post, nossa chegada e as primeiras impressões desse paraíso na Baía de Todos os Santos!

Partiu!