quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Montevidéu: Hostel Che Lagarto


E aí galera!

Voltamos de Montevidéu na véspera do Natal e podemos dizer que foi um presente adiantado: a cidade superou a nossa expectativa e podemos dizer que acertamos em cheio em escolher a capital uruguaia para esse final de semana. No nosso primeiro post sobre a cidade, explicamos que poderíamos escolher qualquer destino ontem a rede de hostels Che Lagarto tivesse uma unidade. Depois de muitas dúvidas, Montevidéu foi a escolhida e com certeza vai entrar na listinha de muita gente!

As boas vindas do Che Lagarto Montevidéu!

Antes de falarmos do Che Lagarto, uma palhinha sobre a chegada no Aeroporto Internacional de Carrasco, um dos mais modernos da América Latina. Dica: tem wifi (usuário: Antel, senha: wifi). O aeroporto fica relativamente longe do centro da cidade (cerca de meia hora de táxi). A única operadora de táxi que tem por lá é a Taxi Aeropuerto, e sendo a única, eles te garfam na corrida: $1200 pesos uruguaios (cerca de R$120) até Ciudad Vieja. Parece que há um esquema de lotação com vans, que fica mais em conta, mas não tínhamos tempo a perder e encaramos o táxi.

As boas vindas de um dos mais modernos aeroportos da América Latina.

Essa foi nossa primeira experiência em um hostel. De fato, não passamos pelos perrengues que ouvimos por aí e que muitos mochileiros passam: ficamos em um quarto individual (limpo) com banheiro exclusivo (com água quente, ainda que não caísse muita água do chuveiro). Até por que nosso objetivo na cidade era conhecer o máximo que pudéssemos naqueles três dias, então a estadia seria mais um QG para descansar e tomar banho. Dessa forma, o mais importante pra gente era que o hostel fosse bem localizado, próximo das atrações e que caminhar fosse o meio de transporte mais usado. E disso, com certeza, não pudemos reclamar: o Che Lagarto fica situado na Plaza Independência, a principal praça de Montevidéu, próximo de diversas atrações que serão expostas nos próximos posts. Há também mercadinhos onde se pode comprar água e outras guloseimas. Creio que não haveria localização melhor na cidade!

Plaza Independencia vista do nosso quarto: perto de quase tudo!

No que precisássemos de ajuda, o pessoal do hostel – uma galera jovem – nos auxiliou com informações precisas, principalmente de como chegar a alguns lugares. O que realmente pecou foi o café da manhã. Claro que não esperávamos Sucrilhos com iogurte de morango, patê de ganso e lichias frescas, mas ficamos meio encucados (e até sem graça) do fato de ter um potinho de manteiga – SEM REFIL – pra todos os hóspedes. Chegamos pra comer e havia pão, mas não mais manteiga. Tipo, sei lá, manteiga é básico né? No primeiro dia acabamos comendo o que sobrou lá: era isso ou nada. No segundo dia, tomamos café fora. Enfim, mesmo sem uma base de comparação, achamos esquisito. De repente foi um mal dia? Talvez.

 Nosso quarto: simples e limpo - o suficiente!

De noite rola uns happy hours do próprio pessoal do hostel com alguns hóspedes. No sábado que estivemos lá rolou uma pizza, mas não vimos por que nossa agenda estava cheia e estávamos na rua. E não vi o hostel cheio, de repente até pela proximidade com o Natal, época em que o pessoal tende a ficar em casa com a família. Nossa conclusão foi que, mesmo com os altos e baixos que vimos por lá – que provavelmente são coisas que acontecem em qualquer albergue, a estadia no Che Lagarto Montevidéu vale muito a pena.

Uma das áreas comuns do Che Lagarto e o prédio visto da Plaza Independencia.

No próximo post vamos dar um grande alerta pra vocês e também falar de um destino que acabamos só vendo por fora – mas ainda sim imperdível! Fiquem ligados!

Partiu!