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domingo, 7 de abril de 2013

Punta Cana: Hard Rock Café

E aí galera!

A nossa viagem para Punta Cana estava chegando ao fim. Fizemos os principais passeios, conhecemos a verdadeira República Dominicana... Era hora de arrumar as malas e voltar pra casa. Não, ainda não. Resolvemos dar uma última explorada na cidade, mas dessa vez sem o suporte de nenhuma operadora de turismo. Já era noite e nossa opção foi não arriscar: resolvemos comer e beber algo no mundialmente conhecido Hard Rock Café.

Clássico!

O Hard Rock Café Punta Cana – o bar/restaurante, não confundir com o resort de mesmo nome, que também é maneiríssimo – fica dentro do Palma Real Shopping Village (Carretera El Cortecito, 57), um dos principais da região de Bávaro. Marcas famosas possuem lojas por lá, como Adidas, Tommy Hilfiger, Puma, Guess e Armani. Achamos os preços um pouco salgados, nada que estivesse valendo muito a pena. Mas vale um passeio para namorar as vitrines após o lanche.

Palma Real: bonito, boas marcas, mas os preços...

Voltando ao Hard Rock, também há uma filial em Santo Domingo, mais precisamente na Plaza Colón (relembre o nosso city tour por lá), mas não chegamos a visitar. No restaurante, a nossa impressão foi mais ou menos a mesma de quando visitamos a loja de Cancun: o atendimento, cardápio, enfim, tudo é mais ou menos padronizado. Objetos de cantores famosos nas paredes (sempre uma atração pra quem curte o mundo da música), drinks bem excêntricos e aquela american food clássica! Alerto que os sanduíches são muito bem servidos! O Hard Rock Café Punta Cana oferece wi-fi grátis, bom pra passar um pouco do tempo enquanto você aguarda o seu pedido. Assim como as lojas do shopping, os pratos não são tão baratos, mas também não é nenhum absurdo.

Uma geral do Hard Rock Café Punta Cana... 

...e a decoração típica: nessa foto, Gwen Stefani e Pearl Jam!

Com acessos tanto do restaurante quanto do lado de fora, existe anexo ao Hard Rock Café uma loja vendendo uma série de produtos da marca: desde as clássicas camisas (bem baratinhas, US$12) até casacos de couro, broches de tudo quanto é tipo, bichos de pelúcia, paletas e, claro, guitarras, a marca registrada do Hard Rock. Fizemos umas boas compras lá, sempre tem algo legal em promoção. Mesmo que você não coma lá, vale uma visitinha na loja.

Dica importante: todas as lojas do shopping (e de toda República Dominicana, diria eu), inclusive a do Hard Rock Café, cobram um imposto de 7% em cima do valor de compra. Fique atento e pergunte ao vendedor para não ter surpresas na hora de pagar.

E foi assim que terminou a terceira viagem internacional do Blog Check-In! Depois de Cancun e Montevidéu, voltamos para o Caribe e nos surpreendemos com a República Dominicana, que é muito mais do que praias e resorts. Esperamos ter despertado em vocês essa curiosidade de conhecer mais esse país!

No próximo post, já teremos novidades no blog!

Partiu!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Punta Cana: Manati Park

E ai galera!

Como mencionamos no post sobre o Bavaro Princess, é importante pesquisar bem em qual empresa você vai comprar seus passeios. Apesar dos pacotes serem bem parecidos, são os detalhes que fazem toda a diferença. Quando compramos o passeio para Dolphin Island, a empresa que escolhemos nos presenteou com um outro passeio, para um parque temático bem próximo da região de Bavaro: o Manati Park.

O brinde que virou passeio: Manati Park! 

Claro que, tendo ganhado o passeio, ficamos com um pé atrás quanto às nossas expectativas em relação ao Manati Park. Mas apesar de ser um parque bem mais humilde em relação ao que vimos em Cancun, foi bem divertido (e convenhamos, já não aguentávamos mais ficar de pernas pro ar no hotel). Se trata de mais um parque que explora o contato com os bichos e a natureza, ideal para crianças.

O esquema é o mesmo: passa um ônibus pau-de-arara style na porta dos hotéis buscando a galera. A diferença é que, ao contrário dos outros passeios, onde tivemos que acordar mega cedo, existe uma tabela em cada hotel com quatro horários ao longo do dia em que o ônibus passa. Nessa mesma tabela, existem os horários dos principais shows do Manati Park. A questão é escolher o melhor horário pra você e ir.

A placa com os horários dos ônibus e das atrações em nosso hotel... 

...e o ônibus: quem faz seu horário é você!

O parque possui infraestrutura razoável, mas levando-se em conta que ganhamos o passeio, vale a pena sim. O que eles não faturam com as entradas, o parque compensa com a venda de fotos dos visitantes com bichos, shows s e também com as lojinhas - e seus vendedores pidões.

O primeiro show (e o mais famoso) do Manati Park é o dos golfinhos e leões marinhos. Mas antes do show, eis que surge um ENORME E GORDO leão marinho, que fica a disposição dos visitantes para fotos. Que figura! Então finalmente começa o show, com os leões marinhos e golfinhos adestrados, bem legal!

 Olha o tamanho da figura!!

O show com os leões marinhos: muito espertos! 

E finalmente o dos golfinhos: interação com os treinadores.

Outro show disponível é o das Araras. É como se fosse uma peça de teatro, onde os atores são os bichos. Esse é mais infantil, mas admito que me surpreendi ao ver que araras são capazes de andar de patins e de triciclo (!!!). O terceiro show seria o dos cavalos, mas como pegamos uma baita chuva, o mesmo teve de ser cancelado pois a arena estava toda enlameada e poderia ser perigoso para os atores e os cavalos. Entretanto, foi possível visitar o estábulo e os astros do show.

Olha a danada pedalando!!! 

Uma peça de teatro com araras e seus treinadores: a molecada adorou!

Menos mal que ainda haviam vários outros bichos pra ver e até interagir: araras, macacos, iguanas, flamingos... Oferecendo uma propina para os cuidadores dos pássaros, eles te levam pra dentro da gaiola, rendendo boas fotos. Até fomos incomodar a iguana no seu cantinho!

O parque ainda oferece um monte de outros animais, como os flamingos... 

...pássaros que pudemos interagir... 

...e iguanas enormes! Muito show!

O Manati Park não é tão grande: em duas ou três horas dá pra ver quase tudo. No fim, vá até o mural próximo à entrada para escolher e comprar suas fotos! No final das contas, o passeio que ganhamos de presente valeu a pena e tivemos uma tarde muito agradável!

Nossa viagem para Punta Cana estava chegando ao fim, mas ainda temos dicas pra vocês! Fiquem ligados nos próximos posts para mais desse destino caribenho!

Partiu!

segunda-feira, 25 de março de 2013

Punta Cana: Isla Saona e Playa Palmilla

E aí galera!

Provavelmente todo mundo já teve aquele desejo de uma viagem pra uma praia deserta, onde o que te espera por lá é somente o barulho das ondas, muito sol e natureza por todos os lados. As praias de Punta Cana são lindas, mas esperar paz nelas é meio complicado com tantos turistas de todo mundo visitando-as. Foi com essa expectativa que, mais uma vez, deixamos o Bávaro Princess e partimos para conhecer Isla Saona (ou Ilha Saona), um dos principais passeios no país.

Isla Saona: um dos principais passeios na República Dominicana!

Como mencionamos em nosso primeiro post da série de Punta Cana, a República Dominicana fica em uma grande ilha caribenha, que divide com o Haiti. Entretanto, o país também possui outras ilhas menores, praticamente desabitadas, como é o caso de Isla Saona. Compramos o passeio no hotel e, como aconselhamos no post do Bávaro Princess, pesquise! Existem alguns passeios para Saona, com itinerários e almoços distintos. Escolhemos o passeio que, além da ilha, passa por Playa La Palmilla. Para chegar lá, a saída do hotel foi bem cedo: 07h25, rumo à cidade de Bayahibe, onde efetivamente começaria o passeio.

Durante a viagem de ônibus para Bayahibe, passamos por diversas cidades menores, que mostraram bem o que é a verdadeira realidade da República Dominicana: um país bem humilde e com grande desigualdade. Destaque para a cidade de Higuey, capital da província de Altagracia (onde fica Punta Cana), onde vimos a enorme Basílica da cidade. Bayahibe fica a 15 minutos de La Romana, bairro onde diversas celebridades, como Shakira, Bill Gates, Antonio Banderas, entre outras, possuem mansões. Em Bayahibe, embarcamos no catamarã.

Basílica de Higuey: uma das surpresas pelo caminho.

Em Bayahibe, já era possível ver o mar típico do Caribe...

A viagem marítima para Isla Saona, ao contrário do que esperava, foi bem divertida! Embarcação em excelente estado (parecia nova), muita música (dominicana, claro), animadores, cerveja e outras bebidas liberadas, com um visual sensacional. Neste ponto, já estávamos navegando no Mar do Caribe: águas azul turquesa, calmíssimas, que vão render grandes fotos! Foi pouco mais de uma hora até nossa primeira parada e local de almoço: a Playa La Palmilla, uma praia privativa onde um delicioso churrasco (carne de porco, peixe e frango) nos aguardava. Tivemos pouco mais de duas horas em Pamilla, mas a vontade era ficar por lá mesmo.

Um belo dia pra navegar pelo Mar do Caribe...

Chegando em Playa Palmilla... 

Churrasco e bebidas liberados! 

Saindo de lá, embarcamos em uma pequena lancha (já sem as mordomias do catamarã) para... Para... Para o meio do mar? O próximo ponto de parada foi em um banco de areia no meio do trajeto para Saona. Imagine, você de pé, com água na cintura, caminhando no meio do Mar do Caribe? Espetacular. Para completar, a grande atração desse ponto eram as estrelas-do-mar que renderam fotos pra todo mundo! Atenção: não tire as estrelas da água por mais de 15 segundos. A gente adora esse contato com a natureza, mas temos que deixar tudo como encontramos para que outros também possam aproveitar, certo? Agora sim, voltamos pra lancha e rumo à Saona!

No meio do Mar do Caribe, com água na cintura: demais!

Isla Saona faz parte do Parque Nacional Del Este, que é uma área de preservação ambiental do governo dominicano. Dessa forma, a permanência na ilha é limitada em 45 minutos para os turistas. Aí fica a seu critério: deitar e relaxar na praia por onde chegamos, onde ainda existem algumas lojinhas, ou sair para desbravar Saona, lembrando do tempo relativamente curto que temos. Ficamos com a segunda opção e não nos arrependemos: fotos sensacionais da praia, acompanhada de um sol que já ia começando a descer. Na boa, a vontade é de largar tudo e ficar lá pescando pro resto da vida. Um silêncio gostoso, só com o barulho das pequenas ondas que carregavam pequenos pedaços de corais, resultando numa linda melodia... Nossa, to até poetizando aqui!

Chegando em Isla Saona... 

Essa aqui parece um wallpaper pro Windows!

Precisamos meeeesmo ir embora?

A volta para Bayahibe é bem mais rápida, apenas 35 minutos. De lá, voltamos para Punta Cana de ônibus, mas o passeio ainda não tinha acabado! No meio do caminho, paramos para conhecer o Museu do Tabaco e o Museu do Âmbar. Bom, não é um museeeeeuuu, mas estava incluso no passeio e foi bacana. Dentro de uma grande loja de artesanatos e produtos dominicanos em geral, existem dois túneis: um para o Tacabo e outro para o Âmbar. Nos dois, o esquema é o mesmo: entramos, vimos um monte de informações sobre essas culturas no país, contando a história toda, para sairmos em uma lojinha (de jóias ou de charutos). Pra quem curte, é uma parada que vale a pena.

Museus do Tabaco e do Âmbar: um pouco de história no passeio.

Chegamos ao hotel por volta de 19h30, com bastante tempo pra tomar um banho e jantar com calma. Esse passeio é um dos que considero imperdíveis pra quem visita nem digo Punta Cana, mas a República Dominicana como um todo. No próximo post, mais atrações de Punta Cana!

Partiu!

quarta-feira, 20 de março de 2013

Punta Cana: Dolphin Island

E aí galera!

Pois é, foi um dia bem cansativo o nosso city tour por Santo Domingo, onde conhecemos a Zona Colonial da capital dominicana e também o Parque Natural Los Tres Ojos e seus cenotes. Merecíamos um dia bem light, com um passeio bem agradável, um daqueles que revigora a alma... Pensamos então em passar um dia com um pessoal que vive rindo, brincando... Quem não gosta de gente assim? Mergulhar com os golfinhos nunca é demais.

 Yeeeey!!!

A primeira pergunta que surge é: dentre as quinhentas empresas e locais diferentes que vendem o passeio, com qual fechar? Sem brincadeira, existem mais de dez locais de mergulho com nossos amiguinhos marinhos, fatalmente você vai ficar com dúvida na hora de escolher. E nem vá pelo preço: todos eles são bem salgados mesmo. A primeira grande dica do post é exatamente na hora de comprar: muitas empresas oferecem esse passeio e dão de brinde (sim, na faixa, “de grátis”, 0800...) o passeio no Manati Park, atração que falaremos mais pra frente. Dê preferência a essas empresas!

Dentre tantas, a que mostrou um diferencial em relação às outras, foi o Dolphin Island. O mergulho não era na praia, e muito menos em uma piscina ou tanque: era no meio do mar! Com saídas do Bávaro Princess às 07:30 e 12:40, um pequeno ônibus – quase um pau-de-arara colorido – vai buscando de hotel em hotel as pessoas que farão o passeio, com música alta pra "animar" o pessoal. Chegamos finalmente a uma linda prainha, dentro de um dos resorts, onde assistimos a um vídeo com aquelas instruções básicas, e partimos de lanchinha pro mar! Cuidado com suas coisas: o passeio é curto, mas bem molhado!

Ônibus do Dolphin Island: doses bombásticas de música dominicana e Michel Teló!

A praia de onde parte o passeio: sem comentários, né?

Plataformas flutuantes no meio do mar (nesse ponto, gelado) dividem os tanques onde ficam os golfinhos fofinhos, mas antes de brincar com eles... Que tal encarar um tanque com arraias e tubarões (aquele “mansinho” de acordo com os guias, enfim)? Apesar do pânico nas primeiras braçadas, foi tudo tranqüilo. Nesse tanque, é permitido tirar fotos próprias! Eles também fazem mergulhos com leões marinhos, mas nesse dia eles só estavam lá descansando...

O jeitão do Dolphin Island: plataformas no meio do mar!

As arraias eram enormes, mas ficavam paradinhas, na boa...

...mas os tubarões não paravam de nadar, pro desespero do pessoal!!

Os leões marinhos, só de boa, brincando e comendo...

Depois de alguns minutos com eles, aí sim, partimos pro encontro com os golfinhos! Já tínhamos feito um mergulho com eles em Cancun, onde a interação com os bichos foi bem completa. Nesse passeio, a onda é mesmo encher eles de cafuné e permitir que os fotógrafos do Dolphin Island façam um bom trabalho – nesse tanque, só eles podem tirar as fotos. Se curtimos? As fotos dizem tudo.

Dançando...

Posando pra foto...

Se exibindo pra galera!

Voltando para a praia, onde ganhamos um drink – incluindo a famosa mamajuana deles – aguardamos as fotos ficarem prontas. O esquema é o seguinte: uma pessoa tem direito a 20 fotos por US$35; duas pessoas têm direito a 35 fotos por US$45; e por aí vai. Eu avisei: a facada não é pouca... As fotos vêm num DVD, junto com um monte de fotos aleatórias dos golfinhos. É muito prudente conferir lá mesmo se as suas fotos estão mesmo no DVD, já cansamos de ver casos onde a pessoa volta pro Brasil com um DVD virgem. Imagina a revolta?

Le gusta?

Com as baterias recarregadas depois de brincar com os golfinhos, voltamos pro resort ainda de dia (o passeio dura por volta de 3 horas). No dia seguinte, faríamos outra aventura fora dos muros do Bávaro Princess, no que eu considerei o mais fantástico passeio da viagem. Sigam acompanhando o Check-In para mais dicas de Punta Cana!

Partiu!

sexta-feira, 15 de março de 2013

Santo Domingo: Parque Natural Los Tres Ojos

E aí galera!

O city-tour pela Zona Colonial de Santo Domingo, capital da República Dominicana, foi sensacional, uma verdadeira aula de história. Entretanto, ao mesmo tempo em que ainda havia locais históricos para conhecer, um lindo destino natural no meio da capital ainda nos aguardava. Depois de um ótimo almoço no Hotel Magna, de frente pro mar de Santo Domingo, seguimos o passeio.

Continuando com o city tour em Santo Domingo...

Pelo caminho, ainda passaríamos por dois locais que merecem destaque. O primeiro deles é o Faro Colón (ou Farol de Colombo), um prédio construído em 1992 como comemoração dos 500 anos do descobrimento da América. Hoje existe um mausoléu onde se acredita que os restos mortais de Cristóvão Colombo estão. A história sobre onde estaria a tumba de Colombo é uma confusão: há vertentes que acreditem que estejam na Catedral de Santo Domingo, outra em Sevilla, na Espanha, e outra no próprio Faro Colón. Não chegamos a andar por lá, mas é um prédio bem bonito por dentro, valeria uma visita. Aberto de terça a domingo, das 9h até as 17h e a entrada custa RD$30 para adultos e RD$5 para crianças.

Faro Colón: será que Cristóvão está por lá?

O segundo ponto de destaque foi o Palácio Nacional da República Dominicana, onde trabalham o presidente do país e o poder executivo. O prédio é lindo, estampado de bandeiras dominicanas – como não poderia deixar de ser. Existe uma visita guiada no local de segunda a sexta, das 8h até 16h30 (tratar pelo e-mail edecanes@presidencia.gob.do).

Palácio Nacional da República Dominicana: onde trabalha o presidente local.

Finalmente chegamos no próximo destino. Quem acompanha o Check-In deve ter visto nos posts de Cancun como são lindos os cenotes mexicanos, como o Ik-Kil e o Cenote Dos Ojos. Cenotes são piscinas naturais formadas dentro de cavernas, normalmente caracterizadas por águas cristalinas e extremamente puras. Em Santo Domingo, o Parque Natural Los Tres Ojos, como sugere o nome, possui três lindos cenotes que infelizmente são proibidos para banho como forma de preservação. Cada uma das três piscinas naturais possui uma história interessante, que vou deixar pros guias contarem pra vocês. O local é muito bonito e vai render muitas fotos, com certeza.

 Entrada do Parque Natural Los Tres Ojos: esculturas em madeira por toda parte!

Entrando na gruta dos cenotes... Tensão no ar...

Como não poderia deixar de ser, uma grande loja de artesanatos e alguns vendedores vão te receber bem na chegada. A entrada da cratera que abriga os cenotes é uma boa escadaria com degraus curtos, então cuidado. O primeiro cenote, que já pode ser visto nas escadarias, é o chamado Águas Azufradas. Límpido, dá vontade de mergulhar, ainda mais com o calor que faz na cidade. Mais à frente, encontramos La Nevera, o segundo cenote. Pra quem curte fotografia, é o mais acessível para fotos de diversos ângulos. Lá no fundo da cratera, chega-se ao El Lago de las Mujeres, protegido por enormes colméias cravadas nas rochas. Existe uma história bem curiosa com o porquê do nome, pergunte para o guia! O Parque funciona todos os dias, das 8h30 até 17h30 e a visita custa RD$50 para adultos e estrangeiros e RD$30 para crianças e estudantes.

Águas Azufradas, ainda vista das escadas...

...o segundo cenote, La Nevera...

...e El Lago de Las Mujeres, os três "olhos" do Parque.

A tarde caia em Santo Domingo e era hora de voltar para Punta Cana. Chegamos no Bávaro Princess por volta de 21h, bem cansados. Foi o tempo de tomar um banho rápido e partir pro jantar e, de lá, cama. No dia seguinte, o passeio não seria tão cedo quanto foi o city-tour por Santo Domingo, mas também não queríamos perder tempo dormindo no quarto, com tanta coisa pra se ver em Punta Cana, não é mesmo? Continuem seguindo nossa viagem para novos destinos na República Dominicana!

Partiu!

terça-feira, 12 de março de 2013

Santo Domingo: City Tour pela Zona Colonial

E aí galera!

Hoje vamos comentar sobre nosso primeiro passeio fora dos muros do BávaroPrincess, passeio que ironicamente não fica em Punta Cana. Uma preocupação que particularmente tenho quando viajo para o exterior é de trazer na bagagem um pouco da cultura local, da sua história. Como comentamos em posts anteriores, Punta Cana é uma região exclusivamente turística, sem muita coisa pra contar. O mesmo não se pode dizer da capital da República Dominicana, a cidade de Santo Domingo. Por isso, mesmo sendo uma viagem pra se relaxar, encaramos o city-tour.

Tá achando que a Dominicana é só praia é? Tem história também!

Compramos o passeio em uma das empresas que habitam o lobby do Bávaro Princess. A viagem de Punta Cana para Santo Domingo é feita de ônibus (até confortável), com saída por volta de 6h da manhã. A primeira dica é avisar na recepção de seu hotel no dia anterior que você fará esse passeio, para que possam adiantar o seu café da manhã. É complicado comer tanto tão cedo, mas se quiser, também aconselhamos a levar algo na sua mochila: o almoço rola bem tarde, por volta de 15h. Voltando para a viagem, ela costumava durar cerca de 4h, o que inibia os turistas de fazer o passeio, afinal ninguém quer, depois de horas de vôo pra chegar a Punta Cana, encarar mais horas sentado. Recentemente, inauguraram uma estrada que encurtou a viagem para cerca de 2h30, mas pegamos tanto trânsito na ida que acabou levando quase as 4h de antes. Paciência!

No meio do caminho, demos uma paradinha na cidade de La Romana, na lojinha Vina Bambu Shop, onde os gringos caíram dentro dos artesanatos dominicanos – alguns idênticos aos vendidos no hotel. Saia do ônibus pra esticar as pernas e comprar algo se quiser. Senão, continue dormindo – na volta paramos (desnecessariamente) de novo na loja. A notícia boa é que a estrada está em excelentes condições e a viagem é tranqüila. Quando passamos por algo interessante, o guia (inglês/espanhol/português) vai dando as informações interessantes, como a vila de San Pedro de Marcorís.

Vina Bambu Shop, em La Romana

Finalmente chegamos a Santo Domingo! A primeira impressão foi bem parecida com Ciudad de Panamá: uma cidade grande, com aquele caos no trânsito habitual. Entretanto, a capital dominicana é um banho de história e começamos a notar isso na nossa primeira parada por lá: a Zona Colonial. Como grande parte das grandes cidades latinas próximas ao mar, como Montevidéu, Santo Domingo foi uma cidade amuralhada, como forma de se proteger de invasões estrangeiras. Nosso passeio começou entrando no Forte de San Diego, que dá acesso ao L’Alcazar de Colón, edifício histórico que foi moradia de Diego Colón, filho de Cristóbal Colón, que hoje abriga um Museu. Colón... Colón... Cristóbal... Pareceu familiar pra vocês? Pois é, lembram do saudoso Cristóvão Colombo, de nossos antigos livros de História, o camarada que descobriu a América? Descobriu e chegou justamente ali, em Santo Domingo! Opa, parece que Santo Domingo tem mais história pra contar do que pensávamos...

L'Alcazar de Colón: a casa de Diego Colombo em Santo Domingo

A casa de Diego Colón mostra muita coisa sobre a história não só da República Dominicana, mas também de toda colonização espanhola no Caribe. Mesmo sendo um grande prédio, possui alguns cômodos bem pequenos, com portas bem baixas (sofri nesse quesito hehehe), o que poderia tornar a visita uma pequena confusão para grupos muito grandes. Prevendo isso, todos que participam da visita recebem rádios com fones, para ouvir o guia mesmo estando em outro cômodo, então não perdemos nada! Alertamos que há uma escadaria um pouco complicada para idosos nesse passeio. São proibidas fotos com flash.

Plaza de España, vista do Alcazar de Colón.

O Alcazar de Colón fica bem de frente para uma das principais praças de Santo Domingo: a Plaza de España (ou Plaza de La Hispanidad), um enorme espaço para pedestres, dando um ar todo colonial pra região. É ali onde começa a mais antiga rua das Américas: a Calle Las Damas – antigamente chamada Calle de La Fortaleza, que é por onde o city-tour continua. Logo em seu início, chegamos no Museo de Las Casas Reales, um outro grande museu que conta um pouco da história da República Dominicana, desde os tempos das viagens de Colombo, com réplicas de suas embarcações, até o desenvolvimento da economia do país por meio da cultura do café e fumo.
  
Museo de Las Casas Reales

Réplicas dos navios das viagens de Colombo, muito bem cuidado!

Se tem algo que eu curto muito em algumas capitais federais é o fato de, normalmente, estarem estampadas de bandeiras do país local. Mostra o orgulho que aquela gente tem de viver ali. Seguindo pela Calle de Las Damas, chegamos ao meu ponto predileto do tour: o Pantheon da República Dominicana. O prédio abriga os restos mortais dos maiores heróis nacionais de lá e é lindo por dentro: a mistura dos corais que formam as pedras do prédio, com o azul, vermelho e branco das dezenas de bandeiras dominicanas forma uma atmosfera de muito respeito com a história do país. Quando chegamos lá, por sorte, havia uma turma de alunos de um colégio local cantando o hino nacional, foi de arrepiar!

O Pantheon da República Dominicana: lindo!

O local da primeira rua das Américas provavelmente também tem a primeira igreja né? A Catedral Primada de América tem esse título, além de ser considerada patrimônio mundial pela UNESCO em 1990. Abrigou os restos de Cristóvão Colombo por muito tempo e é considerado o principal ponto de toda Zona Colonial dominicana. Bem em frente à Catedral, o Parque Colón com a estátua do descobridor das Américas. Tudo muito bem conservado, muito legal.

A primeira Catedral das Américas: enorme, linda e cheia de história!

Nesse momento, os guias do city-tour liberaram o pessoal pra explorarem a cidade. Por sorte, adentramos a Calle El Conde, a primeira rua comercial das Américas, exclusiva para pedestres, recheada de bandeiras dominicanas! A rua te recebe com um busto de Bartolomeu Colón, irmão de Cristóvão. Já famintos, resolvemos parar no Caffé Borbone para descansar, beber alguma coisa e... Opa! Wi-fi free! Aproveitem, pois é um dos poucos pontos na região onde encontramos. No Parque Colón, indicamos o Hard Rock Café e a loja de artesanatos Felipe e Co., a mais bonita que encontramos em toda viagem!

Calle El Conde: bares, lojas e wi-fi!

Parque Colón e a Catedral ao fundo.

Depois de mais alguns minutos de andanças, finalmente partimos de ônibus pro almoço, no Hotel Magna. Tivemos informações que, em breve, esse hotel será um Sheraton Santo Domingo! Fica a dica pra quem quiser hospedagem boa por lá. Mais uma dica: quando escolher a empresa para fazer o city-tour, pergunte sobre o almoço. Fechamos com essa empresa pois era a única que tinha almoço num hotel – logo era difícil ser roubada.

Todos alimentados e prontos para conhecer mais de Santo Domingo! Mas que post longo esse hein! Bom, como agora vamos sair da Zona Colonial da capital dominicana, vamos dar uma pausa por aqui. Mas fiquem ligados na continuação do city tour em Santo Domingo!

Partiu!