sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Playlist do Check-In #1

E aí galera!!

Enquanto a gente se organiza aqui pro último post de
Morro de São Paulo e preparamos o material pros posts sobre Campos do Jordão, resolvi fazer uma brincadeira com nossos bravos seguidores no Twitter e com a galera que curtiu nossa Fanpage no Facebook! Todo mundo curte ouvir uma musiquinha enquanto não chegamos no nosso destino: seja no fone de uma moto, no rádio de um carro, no MP3 no busão e, claro, nos aviões. Mas sempre tem aquela música que marca uma viagem. Não vai ter jeito: você vai ouvir e vai lembrar e até mesmo sentir coisas que marcaram.

E foi isso que perguntei para a galera e, ainda que o blog seja relativamente novo, tivemos boas respostas! E foi assim que surgiu a primeira Playlist do Check-In! Com o passar do tempo e as opiniões de vocês, vamos evoluindo com a lista. É uma maneira de você ouvir uma musiquinha de qualidade enquanto lê nossos posts e curte nossas dicas!

Nossa primeira Playlist:
1. Seu Cuca - 3 Semanas
Eu mesmo coloquei essa música, por que ela tem tudo a ver com viajar. Ela conta a história de uma viagem da banda para o Nordeste, passando por Olinda, Pipa e Fernando de Noronha.
2. Jason Mraz - I'm Yours
Essa música embalou minha viagem pra Cancun. O ritmo praiano da música tinha simplesmente a ver com tudo que vivenciei lá.
3. Ivan Lins - Samba do Avião
Muito bem lembrado por meu amigo Leonardo, sempre me vem na cabeça quando o avião está chegando no Galeão.
4. Creedence Clearwater Revival - Fortunate Son
Sugestão de @gjosende para uma Road Trip! Achei ótimo!
5. Steppenwolf - Born To Be Wild
Também sugestão de @gjosende, essa é clássica demais pra uma Road Trip de moto. Com uma Harley Davidson então...
6. Guns N' Roses - You Could Be Mine
Sugestão de @RafaelMundim, também tem cara de Road Trip!
7. Jay-Z feat Alicia Keyes - Empire State of Mind
Tudo a ver com uma viagem pra Nova Iorque, sugestão do amigo @michelldb.



Curtiu? Ouça a lista e divirta-se! Não curtiu? Sugira nos comentários alguma outra e diga que viagem ela te lembra!

Partiu!!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Morro de São Paulo: 2º DIA

E aí galera!

Nosso último dia de Morro de São Paulo começou bem cedo. Saímos do hotel com os ingressos da tirolesa (o preço é de R$25 para um salto, mas por R$35 você consegue o passe que vale para o dia inteiro) em mãos direto pro Farol da vila. Não vou enganar vocês, tem que ter disposição! Uma caminhada de 20 minutos numa ladeira com escadas pouco amigável e com o atenuante do calor foi um pouco desgastante. Mas vale a pena: pouco antes do ponto da tirolesa, há um belo mirante de frente pro continente, além do próprio farol (quando fomos, ele estava fechado).

Ao chegar na tirolesa, a gente ficou um pouco preocupado (leia-se “nos borrando de medo”) não só pela altura do salto, mas pela cara do deck: uma armação de madeira com os cabos presos não era exatamente o que queríamos pra nossa segurança. Mais uma vez nos enganamos: tudo é feito com muito cuidado, tudo é explicado e você se sente muito a vontade pra pular. Colocamos todos os nossos pertences em uma bolsa da Grazi, que desceria por uma outra tirolesa até a praia. O salto é MUITO GOSTOSO, a vista de toda Primeira Praia, da mata e da Baía de Todos os Santos é coisa de maluco. O mergulho na água é tranqüilo (só tomem cuidado de amarrarem bem o calção hehehe). Valeu cada gota de suor da subida e cada centavo do ingresso. Saímos da água, pegamos nossas coisas e partimos para a Terceira Praia, que não pudemos conhecer no primeiro dia por causa da maré alta.




Na Terceira Praia, aproveitamos o calor pra dar um mergulho. Até por que ela é um pouco mais longa e a caminhada pra Quarta Praia era um pouco maior. Na Quarta Praia, logo na chegada, há um enorme banco de areia com várias pedras, um convite pros peixes aparecerem. Tiramos várias fotos. Cuidado onde forem pisar, as pedras são bem escorregadias e caminhar por elas com a máquina fotográfica na mão pode ser uma aventura! Pra quem tem aquelas sapatilhas de borracha, aconselhamos. Ao longo da orla existem vários restaurantes e bares; fica a critério de vocês escolherem onde comer. Resolvemos almoçar num restaurante muito agradável chamado Pimenta Rosa. Comemos super-bem lá, recomendadíssimo! Tem de tudo: desde os já famosos frutos-do-mar com aquele tempero baiano, massas, risotos até o tradicional bife com arroz e fritas. Tudo isso de frente pro mar. O restaurante disponibiliza algumas redes e bangalôs pra aquela dormidinha pós-almoço.


Depois do almoço, já nos encaminhamos para o hotel, para arrumar as coisas e voltar para Salvador no Catamarã, o mesmo que usamos para chegar na ilha. Mas a viagem não seria muito tranqüila. Lembram-se que, pela tarde, a maré sobe e fica bem mais agitada? Pois é. Isso tornou a viagem de volta, além de meia hora mais longa, bem mais enjoativa com o sacolejar da embarcação. Até quem não costuma enjoar acaba sentindo o mal estar. Recomendo fortemente um Dramin ou algum genérico antes da viagem e evitar comer muito antes da viagem. A Grazi conseguiu dormir e eu me distraí assistindo ao futebol na TV do catamarã. Finalmente em Salvador, o alívio de não ter passado mal e o transfer de volta pra casa.

Foram apenas dois dias de passeio, mais para conhecer Morro de São Paulo do que pra aproveitar com calma a ilha e relaxar. Mas é, sem dúvidas, um destino que não pensaríamos duas vezes pra voltar lá. A sensação de estar numa ilha com tanta beleza e aquele clima de vila faz qualquer workaholic esquecer a agenda e os relatórios e descansar. Há muito por lá que não conhecemos, e que vale a pena conhecer.

Então é isso pessoal! Nosso próximo destino será bem diferente! Saímos da quente e praiana Bahia para a montanhosa e gelada Campos do Jordão! Em breve estaremos com as dicas da mais alemã cidade do estado de São Paulo!

Partiu!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Morro de São Paulo: 1º DIA

E aí galera!

Vamos começar a comentar sobre o que vimos na nossa pequena viagem de 2 dias por Morro de São Paulo! A viagem começou num sábado de manhã. Na época em que visitamos o local, eu estava morando em Salvador, então não precisamos nos preocupar com o aéreo. Mas se não for seu caso, acesse a ferramenta do Mundi na barra direita do blog e faça sua busca de vôos e hotéis. Sempre com preços muito bons!

Na sexta pela manhã, chegamos no Porto de Salvador, coladinho no Mercado Modelo e em frente ao Elevador Lacerda, dois cartões postais da cidade. Como era uma viagem curta, fomos com duas mochilas e uma bolsa de mão, ou seja, apenas o suficiente pra estadia.

Compramos as passagens de Catamarã da ida e da volta. A viagem de ida foi bem tranqüila: mar calmo, muito sol, vista da Baía de Todos os Santos, enfim, nada mal. Ao chegarmos na ilha de Tinharé, já em Morro de São Paulo, conforme informamos no post passado, fomos atacados pelos carregadores de malas. A presença deles se justifica pela íngreme ladeira que leva do cais ao portal da vila. Como levamos pouca coisa, fomos carregando, mas muita gente acaba topando (e pagando) a ajuda. Mas não esqueça de pechinchar. Lá no alto, a já informada taxa de turismo é cobrada. Pronto, estamos livres para explorar a vila!

Logo na chegada, avistamos a Praça Nossa Senhora da Luz, com a igreja de mesmo nome. Por ali, fica o centrinho de Morro de São Paulo. Fora a igrejinha, há um pequeno comércio e restaurantes na praça, que falaremos mais a frente. Andando mais um pouquinho, chegamos no hotel que ficamos: a Pousada Farol do Morro. Recomendaram-nos essa pousada e digo: excelente!! Como diz o nome, ela fica na 1ª praia, e se localiza numa subida, ou seja, os quartos ficam lá no alto. Escadas? Pra que? Há um simpático bondinho dentro da Pousada, que te leva da recepção até a piscina com vista panorâmica da Primeira Praia e para os quartos. Muito bacana. Deixamos as coisas lá e fomos pra Primeira Praia. Lá, almoçamos no restaurante Sambass. Como não podia deixar de ser, enchemos a pança com muito camarão da melhor qualidade, com aquele tempero baiano tradicional... De lá, fomos até a Segunda Praia dar um mergulho.

No caminho para a Terceira Praia... Ops! A água invadiu a areia e a calçada!! É pessoal, do meio pro final da tarde, a maré sobe e praticamente impede a passagem pelo litoral de uma praia para a outra. Um morador nos avisou que todo dia isso acontece e é normal. Decidimos deixar pra conhecer a Terceira e Quarta Praias no dia seguinte e voltamos pro hotel para descansar, curtir a piscina e os excelentes drinks do bar que tem lá, além de curtir uma redinha típica da Bahia, pra sairmos de noite. No caminho, compramos tickets para a conhecida Tirolesa do Morro de São Paulo, aonde iríamos também no dia seguinte. Mais detalhes da Tirolesa no próximo post.

De noite, jantamos no restaurante Café das Artes. Clima muito legal, diria até chique, e comida muito gostosa. Comemos na varandinha do restaurante, de frente pra praça, vendo o movimento e curtindo a brisa gostosa que rola na Bahia: nem muito quente e nem muito gelada. Recomendadíssimo!! Há também alguns restaurantes no caminho pra Praça, inclusive um argentino que foi muito bem recomendado pra gente, mas acabamos não indo. Do Café das Artes, voltamos pro nosso hotel e fomos pro quarto (de bondinho, claro) pra descansar por que o dia seguinte – e último do passeio – seria corrido: Farol do Morro de São Paulo, Tirolesa, Terceira e Quarta Praias!

Partiu!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Próximo Destino: Morro de São Paulo!

E aí galera!

E finalmente temos um vencedor pra nossa enquete: nosso próximo check-in será em Morro de São Paulo (BA)!! Com 33% dos votos contra 26% de Campos do Jordão (SP) – que será o próximo destino após a ilha baiana – vamos mostrar o que vimos por lá e algumas dicas pra vocês aproveitarem esse belíssimo destino da Bahia! Foram apenas 3 dias por lá, mas suficientes pra valer muito a pena! Então vamos lá, para as informações mais básicas!

Morro de São Paulo é uma vila localizada no município baiano de Cairu, situado na ilha de Tinharé, na Baía de Todos os Santos, a 2 horas de Salvador (por via marítima). A pequena vila possui quatro lindas praias, denominadas pela ordem em que aparecem desde a chegada na ilha pelo pequeno cais: Primeira, Segunda, Terceira e Quarta Praia. A vila, apesar de possuir lindos hotéis e restaurantes, quase não tem ruas asfaltadas e é praticamente nulo o trânsito de carros por lá, o que dá um aspecto de “ilha deserta” muito legal, que relaxa qualquer turista estressado. O mar é calmo, águas quentes e transparentes, e rolam algumas atividades aquáticas como banana-boat e coisas do gênero.

Existem diferentes maneiras de chegar lá. A primeira, a mais usual e a que fizemos, é partir do Porto de Salvador, do ladinho do Mercado Modelo, pegar a catamarã diretamente para a vila. A viagem dura aproximadamente duas horas. E lá vai a primeira dica: se for viajar pela manhã, a viagem é muito light, com o mar bem calminho... Se for no final da tarde, a maré sobe e o mar sacode um bocado. Pra quem enjoa fácil, um Dramin e evitar de comer pouco antes da viagem ajudam. A viagem custa em torno de R$75 por perna e a empresa que fomos foi a Catamarã Biotur. A segunda maneira é ir de carro. No Porto de Salvador, você pega o Ferry-Boat (embarcação que leva carros) até o município de Itaparica e, de lá, ir pela estrada até Valença, que é a cidade no continente mais próxima de Morro de São Paulo. De lá, partem vários barcos e lanchas para Morro, por preços bem menos salgados (entre R$6 e R$7). Ou se você tiver mais bala na agulha, é possível pegar um táxi-aéreo direto do Aeroporto de Salvador até Morro. Dura 20 minutos e os preços variam. Vale uma pesquisa pra quem interessar: Addey Táxi Aéreo ou Aerostar Táxi Aéreo. Conheço pessoas que foram e adoraram.

Outra curiosidade: ao chegar em Morro de São Paulo, você será obrigado a pagar a chamada “taxa de turismo”, no valor de R$10. Por ser uma vila que praticamente não gera receita, já que os hotéis e as casas são quase todas particulares, é uma maneira da região se sustentar. Sem problemas, as maravilhas de lá valem muito mais do que as dez pratas. Depois de pagar, você será atacado por vários carregadores de mala (até por que a entrada da vila é uma ladeira MUITO íngreme). Ou seja, são moradores locais que carregam as malas até os hotéis através de um carrinho de mão. Negocie o preço antes de dar a mala, senão a facada é certa! Se o hotel não for muito longe (até a 2ª praia), dá pra você mesmo arrastar sua mala. Caso contrário, até vale a pena pagar.

Para você ter uma noção geral de Morro de São Paulo, aí está um mapa da ilha:






Mais informações importantes: não há bancos em Morro (apenas caixas eletrônicos do Banco do Brasil, Bradesco e uma lotérica; a maioria dos restaurantes, lojas e hotéis da vila aceitam cartão de crédito, mas pra quem quiser comprar artesanatos, é sempre bom ter um dinheiro na mão. A voltagem é 220 v. Mais informações, acessem o site oficial da vila.

No próximo post, nossa chegada e as primeiras impressões desse paraíso na Baía de Todos os Santos!

Partiu!

sábado, 17 de setembro de 2011

Panamá: o que NÃO fizemos.

E aí galera!!

Pra finalizar com nossa viagem pra Cancun e Ciudad de Panamá, um post com o que NÃO fizemos no pequeno país caribenho. Foram apenas 3 dias (sendo apenas um dia cheio) então muita coisa acabou ficando pra trás. Inclusive o principal destino turístico do Panamá: a cidade de San Blas.


San Blas é considerado por muitos um paraíso mochileiro no Panamá. Praias quase desertas, areia branca e aquele inconfundível mar cristalino do Caribe ilustram o arquipélago de 378 ilhas, habitado pelos índios kuna em apenas 49 delas. As ilhas mais interessantes, pelo que pesquisei, são Achutupu, Kagantupu, Yandup and Coco Blanco. Além das praias, aprender sobre a cultura dessa civilização também é uma boa oportunidade. As chamadas “molas” (artes manuais da cultura kuna) servem de excelentes souvenires. Enfim, mais um lugar do Caribe para deitar, relaxar e esquecer-se de tudo! Relata-se que os melhores meses para visitar as ilhas são entre Abril e Junho.

Bocas del Toro é uma cidade localizada no extremo sul da ilha de Cólon, que fica ao norte do Panamá e tem características parecidas com San Blas: muitas praias, mar caribenho azul turquesa, e muitos pontos de mergulho com tartarugas marinhas e muito mais. A vida noturna por lá também é bem agitada, vale a pena conhecer. Pode-se também alugar veleiros para dar aquele passeio pelas ilhas panamenhas.

Quanto às compras, ficamos de visitar a chamada Zona Livre de Cólon. É a segunda maior zona de livre comércio do mundo, atrás apenas de Hong Kong, situado em uma das pontas do Canal do Panamá, virado para o lado do Atlântico. Cólon fica a uma hora e meia de carro da Ciudad de Panamá. Não visitamos o local, pois fomos alertados que o forte por lá são as vendas a atacado. Pra quem for comerciante ou tiver algum interesse nesse tipo de compra, com certeza vale muito a pena conferir o que rola por lá.

A nossa enquete para o próximo destino está disputada hein!! Os votos aumentam e continuam empatados Morro de São Paulo (BA) e Campos do Jordão (SP). Continuem votando e divulgando o blog, assim vamos poder ajudar muito mais gente com as dicas! Enquanto isso, vamos agitando mais check-ins por ai!

Partiu!!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Cancun: o que NÃO fizemos.

E aí galera!!

Foi uma viagem inesquecível! Os 8 dias em Cancun foram bastante corridos e muito intensos, mas ainda sim nosso roteiro não conseguiu incluir tudo que queríamos fazer. Como não queremos menosprezar tais passeios, resolvemos fazer um post exclusivo sobre o que NÃO fizemos.

Em Cancun, fizemos um roteiro bastante ousado para o primeiro dia. Além de chegar no aeroporto de lá (chegamos por volta de 12h), ir para o hotel, visitar o Álvaro para comprar os passeios e almoçar, já pretendíamos fazer o trio de passeios Jungle Tour + Parasail + Jet-Ski. Como só conseguimos sair da Álvaro Tours por volta de 17h, só fizemos o passeio de Jet-Ski. De que se tratam essas outras duas atividades?

- Jungle Tour:
É bem popular em Cancun e muita gente que viaja pra lá acaba fazendo. Você dirige uma pequena lancha e passeia pela Lagoa Nichupté, terminando o passeio com um mergulho de snorkel no Mar do Caribe.
Custo: Por volta de U$ 50 por pessoa.

- Parasail:
Requer alguma coragem pela altura. Que tal ser alçado por uma corda a quase 100 metros de altura, pendurado em um pára-quedas e arrastado por uma lancha? É bem por aí, mas é bem tranquilo. Vimos muita gente fazendo o Parasail e todas que fizeram nos contaram que foi muito bom! Primeiro, claro, pela adrenalina do passeio. Depois, pela vista exuberante de Cancun que rola lá no alto. Realmente deve ser extraordinário, ficamos muito na vontade, mas faltou tempo. Dura no total 30 min, mas pendurado mesmo são 10 min e pode levar máquina fotográfica, pois você não entra na água. Só ter cuidado pra tirar foto lá de cima pra não cair.
Custo: Por volta de U$ 40 por pessoa.

- Xplor:
Conforme contado no post do 7º dia de Cancun, nosso plano era visitar o parque Xplor, mas fomos surpreendidos (e a Álvaro Tours também) com o fato do parque não abrir aos domingos, então acabamos indo ao Xel-Há. O Xplor estar no nosso roteiro original não foi por acaso: o parque, diferente do Xcaret e Xel-Há, tem mais cara de parque de diversões mesmo. Muitas tirolesas, passeios de carro pelo meio da selva, mergulhos em cavernas, tudo no melhor estilo aventureiro. Ficamos tristes por não ter ido nesse, mas não tinha mais como.
Custo: Por volta de U$ 100 por pessoa.

- Wet N’ Wild:
Há também um Wet N’ Wild na cidade, mas parece ser heresia deixar de ir nas maravilhosas praias de Cancun para ficar em um parque aquático.

- Nado com Tubarão Baleia:
Pra quem tem coragem, há também o Nado com Tubarão Baleia. O Tubarão-Baleia mede 15 metros de largura e prefere as águas quentes, por isso migra no verão para a ilha Holbox, para se alimentar e se acasalar. É um animal bem tranquilo e se alimenta de plâncton e pode ser observado quase sempre com guaraçumas ou arraias. Conhcemos um grupo de brasileiros que fez esse passeio e eles gostaram. Só o passeio de lancha até chegar o local de mergulho onde os Tubarão Baleia estavam é que enjoou um pouco. Mas pra quem tem coragem, uma linda experiência.
Custo: Por volta de U$ 120 por pessoa.

- Noitadas:
Quanto às noitadas de Cancun, fica até difícil lembrar de tudo que não fizemos. As opções quase infinitas de boates, bares e restaurantes nos fez cortar do roteiro alguns passeios muito legais. Dentre as boates, vimos muita animação na Mandala (nightclub aberta, todos na rua podem ver como está a noitada, muito legal), Dos Equis, Bulldog (só vimos funcionar num sábado, mas estava bem cheia), Dady’O, The City, Basic, Sweet Club, etc.

- Captain Hook:
Um restaurante bem falado por lá é o Captain Hook. São dois enormes barcos piratas que funcionam como restautantes e rolam shows com atores lá mesmo. Se não me engano, os shows são diários e ocorrem às 19h. São 2 horas de espetáculo e jantar e você faz a opção de comer carne ou frutos do mar. Não conseguimos ir pois em todos os passeios você chega depois das 19hs.
Além dele, há o mundialmente conhecido Planet Hollywood como opção para comer.

No próximo post, passeios que não fizemos no Panamá.

Partiu!

sábado, 10 de setembro de 2011

Ciudad de Panamá - Dia 3: Multiplaza e mais Albrook Mall!

E aí galera!!

Último dia de viagem! Já estávamos tristes com a volta ao Brasil, mas ainda restava tempo de conhecer mais o Panamá (leia-se: fazer mais compras!! ). Acordamos cedo e fomos direto para o bairro dos arranha-céus de Panamá. Prédios muitos altos e novos. Parece um Centro da cidade, mas os próprios panamenhos dizem que não existe um centro da cidade lá, apenas as highways que cortam os bairros mais populosos. Não há grandes coisas a se conhecer por lá, e a opção óbvia era voltar ao Albrook para fazer as últimas compras. Querendo inovar, resolvemos visitar outro grande shopping da cidade: o Multiplaza.

Este shopping é muito mais chic e praticamente só tem roupas de grife. No geral, pelo tempo que passamos lá, os preços são um pouco acima dos preços do Albrook, mas vale a visita. Lá comprarmos maquiagem pra Grazi na única loja MAC Cosméticos da capital (a loja fica dentro da loja da La Riviera). É um stand legal, bem espaçoso, a Grazi fez a festa. Aproveitamos e fizemos compras na loja da Guess, que estava em promoção. As bolsas e relógios estavam bem em conta.

De lá, partimos para o Albrook Mall pra finalizar. Como no post anterior já falamos de todas as dicas de lá, não iremos repetir. Aproveitamos para fazer as ultimas compras (principalmente na Loja da Polo que estava toda com 50% de desconto) e o principal, para comprar uma grande mala. Sim, precisamos de uma mala grande a mais para caber tudo que compramos (e olha que quase não coube). Em tempo, a mala foi ridiculamente barata: US$17,00. Nem almoçamos para não perder tempo no shopping.

DICA: esquecemos de frisar isso nos posts anteriores. Fatalmente você se verá cheio de bolsas de compras querendo entrar em uma loja qualquer do shopping. Atenção, por que grande parte delas tem um local na entrada pra deixar as coisas, por razões de segurança. Então evite sair entrando correndo nas lojas cheio de bolsas, por que o segurança vai correr atrás de você e mandar você voltar. Nem todas as lojas tem esse local pras bolsas, então sempre vale a pena perguntar pro segurança se pode entrar com as bolsas na mão.

Chegamos no hotel para guardar as coisas na mala nova. E às 15h, pegamos o translado para o Aeroporto Internacional Tocumen. Quanto ao peso das malas: Só é permitido até 23kg por mala. E cada pessoa pode levar 2 malas. Porém, isso não significa que as duas malas juntas podem dar 46kg. Se uma das malas ultrapassar 23ks, deve ser pago o peso extra. Vejam isso com cuidado, por que tivemos que redistribuir o peso das malas em pleno aeroporto, um pequeno caos hehehe...

Fizemos o Check-In e finalmente almoçamos na lanchonete Carl’s Jr (tem uns sandubas ENORMES e muito baratos). Aliás, a praça de alimentação do aeroporto é ótima, tem muitas opções famosas como Domino’s, etc. Então, fomos dar um passeio pelo Free Shopping do aeroporto, que literalmente é um shopping: tem várias lojas de várias marcas famosas, uma La Riviera para perfumes e cosméticos e lojas de eletrônicos. É a última chance de fazer suas comprinhas sem impostos.

E foi assim que terminou o que eu e Grazi não cansamos de chamar de “melhor viagem das nossas vidas”. A beleza, os passeios e a cultura de Cancun e as compras e o aprendizado no Panamá fizeram nossa viagem ser completa. Aconselhamos a todos a fazerem a viagem, e se quiserem melhorar nosso roteiro, nos mande uma mensagem! A idéia do blog não é simplesmente contar sobre a viagem, isso qualquer pessoa acha no Google. O objetivo é ajudar aos viajantes a passarem menos perrengues e aproveitarem ao máximo suas viagens. Ainda virão outras por aí e esperamos ajudar vocês todos!

Ainda dá tempo de votar na nossa enquete sobre qual viagem vocês querem que a gente comente. O páreo está duro entre Morro de São Paulo (BA) e Campos do Jordão (SP), mas tem outros lugares ótimos pra vocês pegarem as dicas.

Em tempo: fizemos uma página do Check-In no Facebook! Curtam nossa página para que possamos cada vez mais melhorar nosso blog!

Partiu!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ciudad de Panamá - Dia 2: Casco Viejo, Canal do Panamá, mais Albrook Mall e Cassino Golden Lion!

E aí galera!

No nosso segundo dia de Panamá, fomos fazer o city-tour pela capital do país! Saímos cedinho do Country Inn e partimos para o Casco Viejo (ou Casco Antiguo). É uma zona de Ciudad de Panamá que é mais antiga, onde não subiram os arranha-céus que avistamos quando chegamos no país. Essa parte da cidade tem muitas igrejas antigas (visitamos a Catedral Metropolitana) e diversas praças e monumentos que contam um pouco da história do Panamá, que é bem interessante e explica o “spanglish” falado por boa parte da população.





A visita também passou pelo Museo de La Esmeralda, que mostra como é feita a extração da pedra preciosa no país – e pra quem ta com dólares sobrando, pode até comprar algumas jóias. A região parece um canteiro de obras, pois está tudo sendo restaurado para preservas a história do país, entretanto, há muita pressão da população para maiores investimentos na região. Realmente, visitar Casco Viejo pela noite não parece uma boa idéia.

Uma coisa que nos desiludiu no passeio foi o conhecido Chapéu do Panamá. Primeiro, por que eles custam caro (em torno de 30 dólares, mesmo com vendedores de rua). Segundo, por que o chapéu batizado com o nome do país, na verdade, não foi criado lá e sim trazido por um equatoriano que trabalhava nas obras do Canal do Panamá e que acabou virando moda. Acabamos não comprando um, enfim, acho que não usaríamos aqui no Brasil mesmo hehehe...



Depois da visita ao Casco Viejo, fomos visitar algumas das pequenas ilhas que cercam a cidade. Na Isla Flamenco, visitamos a Amador Duty Free e fizemos algumas compras, principalmente bebidas e perfumes. Então o city-tour passou pelo maior cartão postal do país e maior fonte de renda do Panamá: o Canal do Panamá.

Trata-se da maior obra de engenharia do mundo. É um longo canal que atravessa todo o país e liga o Oceano Pacífico ao Mar do Caribe. O funcionamento do canal se baseia em várias eclusas, que utilizam a água do Lago Gatun, o maior do país. Não entendeu nada? Sem problemas. A visita foi feita na eclusa de Miraflores, a maior do sistema, onde há um grande museu contando toda história da construção, uma lojinha (claro), e até um cinema que explica o funcionamento e mostra muito mais! No alto do prédio, há um grande mirante onde as pessoas podem ver os navios passando e o jogo de abre e fecha das eclusas, realmente muito interessante!

E onde mais o city-tour pela Ciudad de Panamá poderia terminar? Óbvio, no Albrook Mall. Agora vamos dar mais detalhes sobre a maior perdição de Ciudad de Panamá.

- Lojas de Departamento: El Costo, Titan, Coonway, Dorians, Oca Loca... Em qualquer loja dessas você vai achar tudo quanto é tipo de roupa a preços ridículos. Não tem a qualidade das lojas de marca, mas vale uma passadinha pro caso de umas compras de Natal ou algo assim.
- Eletrônicos: Panafoto, Multimax e Fotura. A Panafoto fica no estacionamento do shopping e dizem ser a melhor loja de eletrônicos do shopping, apesar de tudo que procuramos pra comprar por lá não termos encontrado. Mas é uma grande loja, com muitas opções.
- Calçados: Porlay e Shoes Plaza. Tem de tudo, tanto coisas boas quanto ruins. Vale uma pesquisa pelo shopping antes, por que tem lojas de marca como Adidas e Puma que tem promoções sensacionais de tênis maneríssimos.
- Relógios: World Time e Relojin. Essa última é a melhor, tem duas ou três pelo shopping. Se não tiver seu modelo em uma delas, procure nas outras. Os melhores preços.
- Jogos de Vídeo-Game: tem uma grande loja de games perto de uma Relojin, mas descobrimos que ela é mais cara. Tem um quiosque no meio do shopping, na frente da loja da Zara, com preços MUITO baratos. Jogos de PS3, Wii, X-Box... E, dependendo do jogo, você pode testar lá mesmo.

Dica: os banheiros do shopping, pasmem, são pagos. São bem baratinhos, é verdade (50 cents se não me engano). Porém, os banheiros das praças de alimentação são gratuitos. Enfim, não faz sentido, mas é assim. Logo, segurem a onda até acharem as praças de alimentação.

Com um monte de sacolas, voltamos de táxi para o hotel, tomamos um banho e fomos jantar no TGI Fridays que ficava colado no hotel. Lembram que eu comentei que a comida por lá era muito barata? Pois é. Comemos uma entrada, um prato cada um e uma sobremesa, além de dois refrigerantes. US$ 23,50. Até tiramos foto da nota fiscal hahaha, muito barato! Economizamos um dinheirinho e partimos pro Cassino Golden Lion, logo ao lado do Fridays.

Nunca estivemos num cassino antes, foi muito legal! Não estava tão movimentado, então ficamos brincando nas máquinas caça-níqueis e ainda conseguimos sair com um saldo positivo de US$12,00! No segundo andar é que rolam os jogos mais sérios: Blackjack e, claro, muito Poker! Ficamos assistindo os caras perdendo dinheiro lá por um tempo e depois voltamos pro hotel pra arrumar as coisas e descansar. Amanhã voltaríamos pro Brasil, mas ainda teríamos tempo pra mais passeios (e compras).

Partiu!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Ciudad de Panamá - Dia 1: Country Inn, Albrook Mall e La Posta!

E aí galera!!

Foi muito bom enquanto durou. Chegou nosso último dia de Cancun. Final de uma semana maravilhosa, com a certeza de que todo investimento valeu muito a pena! Falamos muito dos passeios, das praias, parques, cenotes... E as compras? Pra fechar essa lacuna, demos início à nova fase de nossa viagem: Panamá! No México, compramos apenas algumas lembranças do local e muita tequila! Acordamos cedinho, pegamos o transfer pro Aeroporto (chegamos com 3 horas de antecedência, aconselhamos a fazerem o mesmo), fizemos um lanche no Johnny Rockets – pedimos o “The Original”, um sandubão de lá – e, por volta de meio-dia, partimos de Copa Airlines para Ciudad de Panamá, no Aeroporto Internacional Tocumen.

Chegando lá no meio da tarde, nos hospedamos no Hotel Country Inn El  Dorado (Av. Miguel Brostella, 231 – Bairro de El Dorado). O hotel, claro, não chega aos pés dos palácios que vimos em Cancun, mas tinha tudo que precisávamos – inclusive o Wi-Fi gratuito que não conseguimos no México e serviço de quarto do TGI Fridays, que fica colado no hotel (tem até uma passagem por dentro do hotel) e bem ao lado de um Cassino, que falaremos mais na frente.



Deixamos as malas no quarto e fomos atrás de um taxi rumo ao maior shopping do país: o Albrook Mall.
Pegar o taxi foi uma aventura a parte: chuviscava naquela tarde, não havia pontos por ali e os que passavam, estavam cheios ou não paravam. Quando um finalmente parou, ainda levou mais uma pessoa desconhecida junto no carro, o que é normal por lá. Essa foi a primeira vez nas nossas vidas que dividimos taxi. Enquanto os dois conversavam em uma mistura de espanhol com inglês (conhecida por lá como “spanglish”) em alta velocidade, de modo que não entendíamos absolutamente nada, pegávamos um belo trânsito, bem característico do local. Aliás, o trânsito por lá é uma verdadeira loucura, não aconselhamos alugar carro. Lá, a preferência é de quem tem mais coragem, então é melhor não arriscar!! Até porque, o taxi no Panamá é super barato, nessa vez, demos 3 dolares e ainda recebemos troco! Nem acreditamos nisso!
Chegando no Albrook Mall, partimos pra gastança. Destaque pras lojas da Tommy Hilfiger e, principalmente, Polo (50% de desconto na loja inteira) e Adidas. Mas atenção: o shopping e quase tudo na cidade fecha por volta das 20h. Ou seja, levamos um baita susto e fomos embora do shopping.

- A noite:
Do shopping, fomos direto pro restaurante La Posta, que achamos na Internet com ótimas referências. O lugar é bem fino, muita gente arrumada, um requinte só! Pedimos um Camaronês en Hamaca con Patacon al ajillo de entrada, e um Risoto de Frutos do Mar e uma Carne com batatas recomendados pelo garçom. Nós dois bebemos refrigerante e, na hora da conta... 50 e poucos dólares! Sim, a comida lá é MUITO barata, não pagaríamos menos de R$100 aqui no Brasil em um restaurante qualificado com uma refeição daquelas NUNCA! No caminho de volta pro hotel, avistamos uma churrascaria brasileira chamada “Os Segredos da Carne”. Não fomos pra lá, mas pode valer uma visita!

Grazi e eu desmaiamos no hotel pra, no dia seguinte, fazermos o city-tour pela Ciudad de Panamá. Bom, já que estávamos em um novo país, além das compras, por que não conhecer um pouco mais? No próximo post, mais sobre o Panamá!

Partiu!