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sábado, 26 de outubro de 2013

São Paulo: MASP e Parque Trianon

E aí galera!

A Avenida Paulista, sem dúvidas, é um dos principais símbolos de São Paulo. Os enormes arranha-céus, as calçadas largas, os ótimos restaurantes nas proximidades, aquele monte de gente passando... E foi por ali, quase que no meio da Paulista, que está um famoso ponto turístico da cidade: em contraste com os altos edifícios, o Museu de Arte de São Paulo, ou o MASP.

 O lindo prédio do MASP, na Av. Paulista

O MASP é um dos símbolos da capital paulista, não só pelas exposições que abriga ou por seu prédio, conhecido pelo grande vão inferior, mas também pela importância histórica. Inaugurado em 1947, o MASP foi símbolo da disponibilização da arte para a população brasileira após a Segunda Guerra, em movimento capitaneado pelo artista paraibano Assis Chateubriand. Hoje, o Museu abriga a maior e mais especializada biblioteca de artes do país e obras de artistas mundialmente conhecidos, como Pablo Picasso, Claude Monet e Cândido Portinari – além de exposições temporárias.

No Subsolo 1, há uma lojinha do MASP

São tantas atrações em suas enormes galerias que uma pausa pra um lanche ou um almoço pode vir a calhar. Em seu primeiro subsolo, há a Cafeteria Nescafé MASP e, um andar abaixo, o restaurante UNI, que é um self-service padrão. Ganhamos um desconto pro UNI assim que compramos os ingressos na bilheteria – se informe para tentar um também! No mesmo andar da cafeteria, há uma lojinha do Museu.

Restaurante UNI, dentro do MASP

Visitar o MASP, mesmo durante a semana, é um excelente programa para quebrar um pouco a correria do escritório e das reuniões para caminhar por suas longas galerias. Atenção: fotos das obras são proibidas! Aberto de terça a domingo, das 10h-18h (nas quintas fecha às 20h) estando fechado apenas nas segundas-feiras, o ingresso custa R$15 (estudantes, aposentados e professores, devidamente identificados, pagam R$7) e dá direito a visitar todas as galerias do dia. Nas terças, a entrada é grátis para todos! É possível agendar visitas de grupos, mais informações pelo telefone (11) 3283-2585 ou agendamento@masp.art.br.

Saímos do MASP com mais um check-in feito e já demos de cara com outro cantinho muito interessante da Avenida Paulista. Do outro lado da rua, o Parque Tenente Siqueira Campos, mais conhecido como Parque Trianon (referência a um antigo clube que existia na área do parque), atraia famílias com crianças e empresários engravatados. Fomos lá conferir.

Entrada do Parque Trianon na Paulista

Particularmente achei a ideia do local bem interessante: se tratava de um cantinho verde no meio do cinza dos prédios, um recanto silencioso pra quem passa o dia no barulho sufocante da maior metrópole do país. Como diz a placa na entrada, “um pulmão verde da avenida símbolo da cidade de São Paulo”. As copas das árvores, altas e bem densas, acabam por te desorientar por alguns instantes e você simplesmente esquece que está bem no meio da Avenida Paulista. Além dos pequenos lagos e esculturas espalhadas ao longo do parque que possui 48600 m2 de área, também é curioso o fato do Trianon ser cortado pela Alameda Santos. Uma simpática ponte une as duas metades do parque.


 
 
Se você estiver passeando ou mesmo num horário de almoço na Av. Paulista, vale muito a pena visitar essa dupla. Chegar lá é bem simples: existe a estação de metrô Trianon-MASP (Linha 2 Verde) que te deixa na frente dos dois. O endereço do MASP é Avenida Paulista, 1578.
 

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Partiu!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

São Paulo: Limited Edition

E ai galera!

Todo mundo, sem exceção, tem um pouco de nerd. Já assistiu a animes (aquelas animações japonesas), ou leu gibis de super-heróis, viu todos os filmes da saga Guerra nas Estrelas ou talvez se amarrasse no Caverna do Dragão. O tempo passa, a gente cresce, arruma responsabilidades... Mas sempre que reencontramos esses personagens da nossa infância/adolescência, acabamos nos divertindo com as lembranças né? Foi assim que me senti quando conheci a Limited Edition (@_LimitedEdition), em São Paulo.

Limited Edition: por fora parece uma loja qualquer...

...mas por dentro é um clash de vários mundos!

A Limited Edition é uma super loja especializada em artigos, digamos, nerds. Quando digo "especializada", é por que os caras são top mesmo: desde chaveirinhos de personagens de animes até itens únicos de colecionador, a loja tem de tudo. Impossível não passear lentamente pela loja reconhecendo aqueles personagens todos. E não se limitam apenas a brinquedos e camisas: pude encontrar desde uma cafeteira do Batman (!!!) até um casal de Gremlins em tamanho real (!!!!!!!), simplesmente sensacional! Outra impressão que tivemos: a loja física tem muito, mas muito mais coisa do que o site. Então vale mesmo uma visitinha!


 E há quem leve um par desses pra casa!

A gente pensa logo: "Nossa, uma loja dessas com tantos itens de colecionador, tudo produto oficial, deve ser caríssima!". Claro que aquele produto único daquele seriado dos anos 60 não será barato mesmo, mas vi bastante coisa bem acessível. Camisas, Toy Arts, chaveiros, enfeites... Dá tranquilamente pra levar uma lembrança, e quem sabe até um presentinho pro seu amigo nerd. Durante o tempo que ficamos na loja, o movimento sempre foi grande - a loja acabou virando um point.



Opções e coisas pra ver não faltam!

Caso você seja uma dessas pessoas que curtem demais e colecionem bonecos ou outros produtos, a Limited Edition também faz encomendas e importações. Estão sempre aparecendo com itens novos, recomendo seguirem a fanpage deles no Facebook, é sempre muito ativa, com várias novidades.

Se o Leonard, Raj e o Howard de Big Bang Theory curtiram a loja, por que você não curtiria?

Se você está passando por perto da Avenida Paulista e tem algum tempo, vale muito uma passadinha na Limited Edition. Muito fácil passar pelo menos meia hora olhando suas prateleiras. Ah sim, não fique tímido em tirar fotos: eles até encorajam você a fazer isso! A loja fica na Rua da Consolação, 2753, bairro Jardim Paulista. É bem pertinho da Av. Paulista.

 
Partiu!

sábado, 14 de setembro de 2013

Vinhedo: Parque Hopi Hari

E aí galera!

O nosso próximo destino, bom, digamos que ele é internacional. Sim, afinal, por que não seria? É um pequeno país que tem até sua própria língua! Entretanto, chegar lá não é uma missão nada complicada: fica a 30 km de Campinas, pela Rodovia dos Bandeirantes. Como assim? É, e a gente achando que o famoso Hopi Hari (@HopiHari), em Vinhedo, era só um dos maiores parques temáticos da América Latina...

 Bem vindos ao Hopi Hari!
 
A proposta do Hopi Hari é apresentar um mundo novo, dividido em cinco regiões com suas respectivas atrações: Aribabiba, Mistieri, Infantasia, Wild West e Kaminda. Não se assuste com os nomes: o Hopi Hari tem seu próprio idioma – o hopês – mas as placas são traduzidas pro português. Mas se quiser se aprofundar na língua local, as lojinhas do parque vendem dicionários hopês-português. No final das contas, essas cinco áreas oferecem de tudo pros visitantes: desde passeios como rafting, tirolesas e quedas livres até simuladores de corrida de Stock Car, e os clássicos montanha russa, roda gigante e barco viking. Sem falar dos restaurantes e lojinhas com produtos do parque. Coisas pra explorar é que não faltam!

O parque é bem completo: desde os típicos brinquedos...

...até lojinhas de todo tipo!
 
O Hopi Hari tem uma parceria com a Warner Bros, então não se surpreenda se der de cara com o Pernalonga ou o Piu-Piu durante sua visita. Tem diversos brinquedos com temas do Looney Tunes, ideal pra criançada mais nova, que não pode curtir os brinquedos mais radicais.

As principais atrações em termos de brinquedos do Hopi Hari, sem dúvida, são duas. A primeira é a montanha russa Direversi (antiga Montezum), a maior do Brasil, toda feita em madeira – o que causa vibrações nos trilhos que deixam os visitantes ainda mais desesperados – em seus 1030 metros de extensão chegando a atingir 103 km/h (a 9ª mais rápida do mundo). Sim, você vai pegar aquela fila típica dos parques mundo afora, mas vale muito a pena pra quem curte esse tipo de atração. Na saída, como de praxe, pode-se comprar sua foto com cara de pânico durante o passeio.

A antiga Montezum: a 9ª mais rápida do mundo!
 
Outra atração bem famosa e disputada (e com longas filas) é a La Tour Eiffel, um elevador com quase 70 metros de altura que te dá uma linda vista de todo parque e da região de Vinhedo até te despencar lá de cima a quase 100 km/h numa queda de aproximadamente 3 segundos. É o mesmo brinquedo em que rolou um acidente em 2012, quando uma menina morreu ao se soltar do colete de segurança. Ok, essa informação não foi pra desmotivar vocês, mas era necessária. O brinquedo passou por meses de inspeção e melhorias, dá pra afirmar que hoje é um dos mais seguros (e também emocionantes) de lá.

Percebe-se que eu estava super-tranquilo...
 
A Direversi e La Tour Eiffel são as mais visitadas, mas não são as únicas atrações do Hopi Hari. Além dos outros brinquedos todos, uns mais outros menos agitados, o parque também oferece quatro eventos sazonais: o Hopi Verão (janeiro a março), Hopi Night (abril a junho), Férias Mágicas (julho) e a famosa Hora do Horror (agosto a outubro, época em que visitamos o parque, em 2010). Neste último, rolam vários shows e apresentações de terror, com monstros perambulando por todo parque, que também diminui suas luzes para contribuir com o clima. Por mais que tentássemos brincar com os atores, os caras não saíram dos personagens hehehe, bem legal.

O Ekatomb também é muito visitado!

Os personagens da Hora do Horror: eles tentam evitar as fotos!
 
O parque tem quase 800 mil metros quadrados, então é recomendável ir com calçados confortáveis, levar boné, protetor solar e beber bastante água. Depois de comer por lá, procure descansar ou evitar brinquedos muito agitados, ninguém quer passar vexame, não é mesmo?

O Hopi Hari fica na Rodovia dos Bandeirantes, km 72. O funcionamento do parque depende do mês, acesse a página do Hopi Hari e veja quando ele estará aberto. Qualquer dúvida, ligue 4007-1134 (assim mesmo, sem DDD). O passaporte custa R$89, mas há descontos para estudantes e idosos, confira aqui.

 Clique para ampliar a "Karta di Hopi Hari" (Fonte: Blog Hopi Dika)

Ah sim: não precisa de visto! Venha conhecer esse país!

Partiu!

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Campinas: Bosque dos Jequitibás

E aí galera!

Campinas é uma cidade em pleno crescimento. Apesar disso, ela tem conseguido controlar sua urbanização, se tornando uma grande cidade e mantendo grandes áreas verdes para uso de sua população. Nossa próxima parada na cidade é justamente a principal atração natural de Campinas, aquele lugarzinho pra esquecer os problemas e dar um bom passeio em contato com a natureza: conheça o Bosque dos Jequitibás.

 Entrada do Bosque dos Jequitibás
 
O bosque possui uma área de aproximadamente 10 hectares encravada no bairro de Campinas. Dentro desse grande espaço, uma reserva ambiental que ocupa cerca de 30% do parque garante uma biodiversidade intacta – não é nem um pouco raro compartilharmos uma caminhada com animais silvestres como sagüis, bichos-preguiças e até tucanos (sei que é quase irresistível, mas não os alimente! rs). A entrada do parque é uma subida, então fica a dica de utilizar calçado apropriado para caminhadas, levar boné, protetor solar e beber água. É possível entrar de carro, mas não foi nosso caso.

Olha quem achamos pelo caminho!
 
Mais do que apenas uma área verde para passeio, o Bosque dos Jequitibás possui algumas atrações. Museu de História Natural de Campinas, funcionando desde 1939, é um pequeno espaço que visa propagar a Educação Ambiental por meio de mostras que ensinam as biotas brasileiras, minerais, rochas e, claro, os animais. Destaque para a Casa dos Animais Interessantes, um centro de taxidermia (animais “empalhados” digamos) com diversas espécies, desde pequenos insetos até grandes répteis e mamíferos. O Museu ainda abriga o pequeno Aquário Municipal, que mostra algumas espécies de diversos ambientes aquáticos.

Cada um na sua: o flamenguista com o Urubu Rei...

...e a guarapuavana com o lobo guará.
 
Mas o Bosque não vive apenas dos animais soltos e dos “empalhados”. Há um pequeno zoológico no local, onde vivem espécies diversas como leões, hipopótamos, onças, tamanduás e muitos tipos de aves. Claro, não é um zoo da grandeza do Zoológico do Rio de Janeiro, por exemplo, mas pra quem gosta de animais é um passeio bem agradável. Só achamos tudo um pouco desassistido: quase não vimos funcionários...

Lago do Zoo...

Pássaros...

Hipopótamo, de boa, só no solzinho...
 
O Bosque dos Jequitibás ainda abriga o Teatro Carlos Maia (um pequeno teatro infantil) e a Casa do Cabloco, uma pequena réplica de uma moradia rural feita de barro e palha – ou pau-a-pique.

Então, se quiser passar um dia em Campinas em contato com a natureza, longe do barulho da cidade grande, o Bosque dos Jequitibás pode ser um bom programa. Por estar numa região central, é bem fácil de chegar lá: Rua Cel Quirino, nº 2. O telefone da administração é (19) 3295-5850/3251-9849. O Bosque funciona de terça a domingo (e feriados), das 9h-12h e 13h-17h30, com entrada gratuita. Entretanto, para visitar o Museu, o ingresso custa somente R$2,00 – crianças até 6 anos e idosos não pagam.


Partiu!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Campinas: Brinco de Ouro e Moisés Lucarelli

E aí galera!

Pra quem acompanha nosso blog e já conhece a gente (mais precisamente eu), não é surpresa que role de vez em quando por aqui algum post, digamos, esportivo. Principalmente quando o assunto é futebol. Muitas vezes, a influência do esporte em uma cidade diz muito sobre ela e seus habitantes. Tivemos a experiência de conhecer Porto Alegre e suas metades azul (Grêmio) e vermelha (Internacional), numa das maiores rivalidades clubísticas do Brasil. Em Campinas, vivenciamos talvez uma das maiores rixas entre clubes do interior do país: Guarani e Ponte Preta.

 O "Majestoso" Moisés Lucarelli.

A história dos dois é um pouco uma o contrário da outra. Enquanto o Guarani, que é o único Campeão Brasileiro de uma cidade do interior até hoje (1978), teve um passado vitorioso para um clube com pouca torcida no cenário nacional, e a Ponte Preta raramente disputava algum título importante, hoje a história é outra. A Ponte Preta tem frequentado a Série A do futebol nacional e, nesse ano, jogará a Copa Sulamericana, enquanto o Guarani amarga a Série C do Brasileirão e a Série A2 (equivalente à segunda divisão) do Campeonato Paulista. No meio disso tudo, uma rivalidade que muitas vezes extrapola pra violência. Para terem noção, nos últimos jogos entre os dois times pelo Paulistão, a torcida visitante foi proibida de entrar no estádio rival para evitar confusões! Tenso!

Só tivemos essa vista do Moisés Lucarelli... De fora...

Apesar dessa tensão, chegou a ser engraçado quando descobrimos que os estádios de Ponte Preta e Guarani, respectivamente o Moisés Lucarelli e o Brinco de Ouro da Princesa, ficam quase na mesma rua: apenas 850 metros separam os dois. Eu, como viciado em futebol, não podia passar pela cidade sem conhecer os estádios, né? Primeiro visitamos a casa da Macaca, apelido da Ponte Preta. Inaugurado em 1948 para 35 mil espectadores, o “Majestoso” (chamado assim na época por ser o terceiro maior do país) hoje só recebe cerca de 20 mil pessoas. Tiramos algumas fotos do lado de fora, fomos na lojinha da Macaca e, então, tentamos entrar: barrados. Tentei ainda me explicar, que era do Rio e queria conhecer, só tirar uma fotinho, mas nada.

A loja oficial da Ponte Preta, com acesso da rua.

Meio contrariado, resolvi ir pro Brinco de Ouro, onde pudesse ter mais sorte. Então, fui pedir informação para um transeunte:
- Bom dia, você sabe como eu chego no Brinco de Ouro?
- Sabe aquele prédio ali, com aquela cor ridícula?
- Aquele verde?
- Sim. Então, é ali.
- Ahhh... Já vi que você torce pra Ponte Preta né?
- Claro!
- Poxa, somos do Rio de Janeiro e tentamos entrar no Moisés Lucarelli pra conhecer, mas acabamos barrados, vacilo!
- Amigo... Com essa camisa verde, você não vai entrar lá MESMO!
É galera, eu no auge da minha inocência, subestimei a rivalidade local e fui visitar a casa da Ponte Preta de camisa verde! Mas não se acanhem de conhecer o estádio: hoje existem visitas guiadas (veja informações no final do post). Somente sugiro que apareçam de azul, ou vermelho, sei lá. =P Depois de algumas risadas, fui para o estádio do Guarani numa caminhada rápida, esperando um tratamento melhor hehehe... E não é que aconteceu?

Dentro do gramado do Brinco de Ouro!

Nos informamos na portaria do clube e dissemos que éramos cariocas e queríamos conhecer. Eis que surge um coroa muito figura, funcionário do clube, que não só nos guiou pelo Brinco de Ouro (nome em função ao formato circular do estádio e menção ao apelido da cidade: Princesa D’Oeste), mas simplesmente nos levou pra dentro do gramado! Nunca tinha entrado num campo antes, achei sensacional! O estádio que suporta quase 30 mil pessoas parecia faraônico ali de baixo, foi uma experiência muito legal. Apesar de não oferecerem visita guiada, tivemos tratamento VIP! Pra completar a festa, haveria um Guarani x Flamengo no dia seguinte, e obviamente que o rubro-negro aqui foi pro jogo! Ok, perdemos de 2x1, mas e daí?

Aí sim! No meio da Nação!

Vista da arquibancada visitante...

Trollando a torcida local com uma bandeira da Ponte hahaha...

Foi a primeira vez que assisti um jogo do meu time no estádio visitante e foi uma experiência bem diferente! Recomendo se tiverem a oportunidade. Me surpreendi como os campineiros gostam e levam a sério o futebol por lá. Legal saber que a cidade do interior abraça os times de lá.

Moisés Lucarelli – Ponte Preta
Pç. Dr. Francisco Ursaia, 1900, Jardim Proença - Campinas
Visita Guiada: de segunda a sexta, 08h-18h, e sábado, 12h-18h, custando R$10.
Brinco de Ouro da Princesa – Guarani
Avenida Imperatriz Dona Tereza Cristina, 11 - Jardim Proença - Campinas
Não há informações de visitas guiadas, mas informe-se na portaria do clube.

 Menos de 1 km separa os dois estádios, no bairro Jardim Proença.

Se você acha que Campinas é só uma grande cidade cheia de prédios, não se engane: no próximo post vamos mostrar pra vocês um recanto verde da cidade (é verde, mas não é nada do Guarani não, hein!).
                      
Partiu!

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Campinas: Chopp do Fritz

E aí galera!

Fala-se muito do bairro campineiro de Cambuí, principalmente de sua fama boêmia traduzida em diversos bares e restaurantes, os melhores da cidade. Pelo menos aqui no Rio, eu vejo uma dificuldade muito grande em achar bares que conciliem uma cerveja de alta qualidade, daquelas que atraem os grandes amantes da bebida, com opções top de pratos e petiscos – não estou falando da batatinha frita ou do frango à passarinho, mas de pratos de respeito! Essa busca pelo bar que atendesse essas duas premissas foi bem fácil de se fazer em Campinas, quando saímos do hotel e fomos jantar no Chopp do Fritz.

Chopp do Fritz, em Campinas

A dica foi dada por um colega de trabalho morador da cidade, então já fomos com a certeza do tiro certo. Apesar de bem famosa por lá, a cervejaria tem origem na cidade mineira de Monte Verde, onde também fica a fábrica. Além de Monte Verde e Campinas, o Fritz também está nas cidades paulistas de Americana, São José dos Campos, Taubaté, Indaiatuba e Atibaia.

A atendente Marcela, apelidada carinhosamente de "Frida" pela mesa.

Primeiro falemos do principal produto do alemão: a cerveja. O Fritz, apesar de ser uma marca artesanal recente, já trabalha com cinco tipos de chopp: o Klar (Pilsen, o tipo mais consumido no Brasil), Natur (uma Pilsen não filtrada), Köelsch (maturação mais longa, aumentando o teor de álcool), Dunkel (com malte puro torrado) e a mais famosa e pedida da casa: a Weizen, que é uma cerveja de trigo que tem um gostinho que lembra cravo e banana – parece bizarro, mas é muito boa! Não sabe qual pedir? Não tem problema: peça a degustação do Fritz e eleja sua favorita.

A loja produz parte da cerveja que vende.

Na dúvida? Faça a degustação!

Escolhido o seu tipo, agora é decidir se você quer levar uma lembrança de lá ou não! Pagando um pouco a mais no primeiro chopp, você leva uma caneca da casa, maneiríssima, e bebe nela a noite toda! A boa notícia é que a choperia ainda possui uma lojinha show, onde você pode comprar mais canecas, camisas, enfim, um monte de produtos do Fritz. Se você se apaixonou por algum sabor, eles vendem aqueles barris metálicos de 5L de todos os sabores! Acabei comprando a caneca em forma de botinha, é o copinho mais querido pelos clientes.
 
A lojinha é uma perdição.
 
Mas nenhuma degustação de cerveja fica completa sem aquela coisinha pra comer, não é mesmo? Além de uma cervejaria com todo clima alemão – vide o traje dos funcionários, os nomes das cervejas e quadros da Alemanha por toda loja, a culinária também segue as tradições do país. De entrada, não deixe de experimentar o Bretzel, um pão salgado em formato de pretzel que é uma delícia, ideal pra dividir com os amigos. Como prato principal, fomos de Schlatplatte, um prato que combina joelho de porco, salsichões diversos e batatinha calabresa. Show de bola, carne macia e muito bem servido! Se você não curte carne de porco, calma: o cardápio é bem variado e atende a todos os gostos.

De entrada, o famoso Bretzel...

...fechando com o espetacular Schlatplatte!

Se você curte sentar com os amigos, tomar uma cerveja de qualidade, diferente e ainda comer muito bem (e você estiver em Campinas), visite o Fritz. O atendimento foi ótimo e saímos muito satisfeitos – e cheios de presentinhos. O Chopp do Fritz de Campinas fica na Rua Maria Monteiro, 330, no boêmio bairro de Cambuí. Qualquer dúvida, o telefone da loja para contato é (19) 3254-2753.


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No próximo post, vocês vão conhecer as cores que movem uma das maiores paixões de Campinas!

Partiu!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Campinas: Mercado Municipal

E aí galera!

Caramba, uma série de posts sobre Campinas? É, descobrimos que a cidade tem alguns destinos bem interessantes pra seus visitantes e queremos surpreender vocês também. Já visitamos alguns mercados municipais, como o de São Paulo e o de Porto Alegre, e sempre achamos coisa boa. No Mercado Municipal de Campinas não foi diferente.

A fachada do Mercado Municipal! 

O prédio do Mercado (que de frente parece um castelinho) foi levantado em 1908 e servia de estoque para os produtos que eram levados via ferrovia, via ferrovia, ao Porto de Santos, principalmente açúcar. Com o fim da linha ferroviária, o prédio sofreu uma enorme reforma e, após nova restauração em 1996, se tornou o prédio hoje abriga o Mercado que conhecemos.



Uma geral do interior do Mercado.

A escrita lembra a antiga época da inauguração do Mercado.

Por dentro, seus mais de 140 boxes oferecem tudo quanto é tipo de produtos: desde os tradicionais peixes, frutas, carnes e legumes até lojas de pesca, alimentos orientais e bebidas finas. Aproveitei e fiz minhas comprinhas também hehehe... Os preços são bem em conta e achei a qualidade das coisas ótima. Não é à toa que o Mercado vive cheio e sobrevive no meio de vários prédios comerciais, bem no Centro da cidade. A grande variedade de produtos dá um colorido todo especial no local!



Um pouco das cores do Mercado Municipal!

O Mercado Municipal fica na Praça Carlos Botelho, s/n, no Centro. O telefone para contato é (19) 3232-3679. Atenção para os horários de funcionamento: segunda à sábado, das 7h às 18:30h, e, em ocasiões especiais, domingo, das 7h até 12h. Faça uma visitinha!


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No próximo post, mais de Campinas!

Partiu!

sábado, 27 de julho de 2013

Campinas: Descubra a Princesa do Interior Paulista

E aí galera!

Algumas cidades pelo mundo possuem aeroportos conhecidos como hubs, o que em outras palavras pode ser definido como um grande ponto de conexão de vôos. É o caso da experiência que tivemos no aeroporto de Tocumen, em Ciudad de Panamá, quando visitamos Cancun. Os vôos da Copa Airlines sempre param lá, e aproveitamos essa conexão para passarmos uns dias na cidade: e não nos arrependemos! Caso idêntico acontece aqui no Brasil. O principal hub dos vôos da Azul é o Aeroporto de Viracopos, em Campinas. E foi assim que resolvemos descobrir a maior cidade do interior paulista.

Catedral Metropolitana de Campinas

Campinas possui uma população de pouco mais de 1 milhão de habitantes, só atrás da capital São Paulo e Guarulhos no estado. O décimo primeiro PIB do país reflete na qualidade de vida da cidade: é o oitavo IDH do estado. Apesar de Campinas não ser uma cidade de reconhecido potencial turístico, ela oferece diversas opções de lazer, para todos os gostos. E o fato de Viracopos estar se tornando um importante hub aéreo com certeza vai fazer você, um dia, parar por lá. Explorar ou não fica a seu critério.

Bosque dos Jequitibás

Não podemos nos esquecer que se trata também de uma cidade universitária (abriga a UNICAMP, uma das principais universidades do país) então com certeza não deve faltar bares e baladas – e não faltam mesmo, principalmente no bairro de Cambuí. O bairro não só absorve a maioria dos melhores bares da cidade, como também dá um banho no quesito restaurantes, a conferir nos próximos posts.

Curtindo a noitada em Cambuí

Pra quem curte compras, poucas cidades no Brasil estão tão bem servidas. Os shoppings Iguatemi e Parque Dom Pedro, este que já foi considerado o maior da América Latina (hoje é o terceiro do Brasil em área), atendem qualquer anseio de consumo de quem visita Campinas. Ok, não viajamos para conhecer shoppings, certo? Mas de repente sobra um tempinho, surge uma necessidade, e eles estão à disposição.
Sabia que existe um Campeão Brasileiro em Campinas?

Sou adepto da ideia de que qualquer lugar vale ser explorado. E foi assim que descobrimos Campinas e alguns destinos bem legais, que nos motivaram a fazer essa série de posts. Vale a pena ficar ligado no blog e se surpreender com que Campinas tem a oferecer a seus visitantes.

Partiu!